nov
28
2008

Ficamos sabendo que…

 

Depois do lançamento da Cartilha de Uso Responsável da Internet, a Fundação, como parceira do GVT e do CDI, iniciou um trabalho de divulgação em Pedra de Guaratiba e nos bairros vizinhos, principalmente nas escolas públicas.

Todos os educadores da Fundação que trabalham em outras escolas ficaram encarregados de levar cartilhas para serem distribuídas para os professores, funcionários e pais.

Foi por esse motivo que o Colégio Estadual George Washington, em campo Grande, escolheu esse tema para ser apresentado na sua Feira Pedagógica que aconteceu no dia 19 de novembro.

A turma encarregada por ele passou para toda a escola e para os visitantes o vídeo do Edu, divulgou o blog e abordou vários assuntos contidos na cartilha. Os que mais chamaram atenção foram o bullying e a importância que a internet tem, hoje, na vida das pessoas.

Distribuíram exemplares da cartilha e fizeram um guia de sites interessantes e falaram também sobre Lan house e jogos eletrônicos.

A Feira Pedagógica foi um sucesso e as cartilhas, altamente disputadas. Abaixo está uma foto do pessoal na Feira.

 

 

Abraços

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nov
28
2008

Live Messenger

Nosso post de hoje vai abordar o mundo interativo e encantador dos comunicadores instantâneos. O mais popular no Brasil é o Windows Live Messenger, antigo MSN. Esse aplicativo é gratuito e pode ser instalado no próprio computador ou acessado de qualquer máquina via web.

Os comunicadores instantâneos são ferramentas síncronas de comunicação virtual, em que os usuários devem estar conectados simultaneamente e a conversa acontece “em tempo real”, diferente do e-mail. O MSN está presente na vida de grande parte dos adultos, jovens e crianças. É dinâmico e interativo, pois utiliza imagens estáticas e animadas para “incrementar” a conversa, permite conversas individuais e em grupo. Além disso, é possível compartilhar fotos, arquivos, músicas e brincar em dezenas de jogos. É fácil de entender porque é uma das ferramentas mais populares da internet. Com ele você pode ainda, através de uma webcam, transmitir sua imagem para as pessoas com quem está “teclando” e vice-versa. Com o uso do microfone e caixas de som, a sensação é de uma conversa “normal”, criando uma versão “aprimorada” da conversa telefônica que se limita ao áudio. O aplicativo também permite o envio de mensagens para celulares. Outro ponto interessante é que toda a aparência do Messenger pode ser personalizada. Você escolhe uma imagem de exibição que pode ser sua foto, muda as imagens de fundo de tela, cores, fontes e ainda informa à sua lista de contatos quando está on-line e disponível para conversar, ocupado, em horário de almoço, ao telefone e até off-line. A essa informação ainda pode acrescentar uma frase pessoal, que, de certo modo, descreve o seu “estado de espírito” ou atividade naquele momento.

Em termos de segurança de uso por parte das crianças e jovens, existem alguns riscos que devem ser levados em consideração. A conversação realizada por meio dos comunicadores torna-se bastante íntima em especial pela facilidade propiciada pelas webcams e pela agilidade na troca de arquivos. Como nossos filhos normalmente são usuários de sites de relacionamentos, os amigos do Windows Live Messager podem ser amigos virtuais oriundos, por exemplo, do ORKUT. Logo, vale a pena verificar quem são os contatos dos seus filhos e orientá-los a não utilizarem a câmera e não enviarem fotos para quem efetivamente “não conhecem”. Além disso, continuam válidas as orientações de praxe, quanto à não divulgar endereços, telefones e demais informações pessoais. Há também o perigo do recebimento involuntário de vírus. Vale a pena habilitar a “Proteção para a família” oferecida pelo próprio aplicativo que oportuniza mais segurança aos seus filhos uma vez que auxilia no controle e bloqueio de conteúdos impróprios.

E agora em “Internetês”:
Se vc quiser tc comigo, me add daniellelourenco@gmail.com
Bju,

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nov
26
2008

Interatividade com jovens

Mundo da literatura em nossas mãos  

Chega! A internet pode sim ser nossa grande aliada. E as iniciativas que temos nessa área são inúmeras, até mesmo o nosso amiguinho EDU. Bom, mas deixa-me contar o que vi no jornal, on-line, essa semana. Vocês conhecem o site www.livroclip.com.br? Conheci e adorei. As discussões que temos no blog falando das maléficas da Rede Mundial de Computadores me fazem voltar atrás quando conheço experiências positivas. O espaço virtual tem uma missão: interatividade educacional com os jovens. Um dos motivos citados no inicio da reportagem do jornal Folha de Londrina foi a defesa da internet vista como vilã decorrente do desinteresse dos jovens pela literatura. O conteúdo do site é atrativo visualmente. Lá os editores e colaboradores transformam obras literárias em ferramentas educativas. A vida e os principais conteúdos viram minidocumentários on-line (com cinco minutos de duração), com direito a música de artistas admirados pelos jovens.

Outra ferramenta de interação são os espaços de debate entre os professores (com dicas de trabalho em sala de aula) e também os próprios jovens (troca de experiências). Além disso, todos os livros, registrados no portal Domínio Público do governo federal, podem ser baixados na integra. A dica está dada. Pai! Mãe! Professor! e Jovem! Aproveitem essas facilidades de conhecer as obras da literatura brasileira que ainda fascinam. (Matéria publicada no jornal Folha de Londrina– 25/11)

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nov
25
2008

O uso do blog em sala de aula

Constantemente o professor ouve dizer que a Educação deve caminhar lado a lado com a tecnologia, que a escola deve se adequar às inovações tecnológicas e utilizá-las em seu benefício em sala de aula. Mas, como utilizar estes recursos? Iniciaremos aqui uma série de dicas para o uso das tecnologias na sala de aula. Apontaremos alguns caminhos para facilitar o dia-a-dia do educador e integrar sua prática no campo digital, propiciando a interação da sala de aula com o mundo digital. É importante frisar que o professor pode utilizar diversas ferramentas desde as mais simples às mais sofisticadas, o que dependerá do nível de interação com a tecnologia tanto do docente quanto do aluno. Como primeira dica, o blog.

O blog é um diário virtual que pode ter diversos temas. Pode ser de cunho pessoal, entretenimento, informativo. É uma ferramenta de fácil manuseio, intuitiva, ou seja, ninguém precisa fazer um curso específico para utilizar um blog. O professor pode utilizar esta ferramenta para estimular a pesquisa e a troca de saberes. O blog poderá ser a ferramenta de comunicação de uma ou mais turmas. Para que isso seja viável tanto o professor quanto o aluno deverá criar um blog, a partir daí o docente deverá postar atividades no blog cabendo ao aluno acessar, realizar a atividade e postar em seu blog pessoal.  Essa atividade poderá variar sendo a produção de um texto, uma apresentação de slides ou a produção de um vídeo.

Abaixo, damos algumas sugestões de sites onde você poderá hospedar seu blog gratuitamente:

www.blogspot.com

www.wordpress.com

www.blog.clickgratis.com

www.uniblog.com.br

Antes de criar um post no seu blog lembre-se:

1)     Respeite os direitos autorais, caso queira colocar algum texto que não seja seu, cite a fonte e, se possível, peça autorização do autor

2)     Cuidado com as fotos do seu blog: ao postar fotos de outras pessoas, obtenha a autorização de uso de imagem delas, um cuidado com fotos posadas ou sensuais também se faz necessário para não correr o risco de ver suas fotos em sites inadequados

3)     Você é responsável pelo conteúdo do seu blog e poderá responder judicialmente por ele, portanto, muito critério com o conteúdo postado.

Tomando estes cuidados, o blog será uma ferramenta útil, prazerosa e facilitará seu trabalho em sala de aula, além de criar um bom relacionamento com seus alunos. No próximo artigo, saiba mais sobre o uso do Second Life com seus alunos. Boa aula!

Contribuição de Eliane Abel de Oliveira – Coordenadora Pedagógica CDI-PR

Abs,

Edgard

 

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nov
24
2008

Campanha Pornografia Infantil Não!

 

Olá pessoal, tudo bem?

Vou começar a semana falando de uma iniciativa bem bacana de dois blogueiros. Trata-se da campanha “Pornografia Infantil Não”, lançada no Dia Universal das Crianças (20). A idéia é bastante simples e o objetivo é criar um ruído nas pesquisas feitas na Internet. Cada blog ou site que queira aderir precisa publicar um texto que contenha a frase “Pornografia Infantil Não” ou termos relacionados ao assuntoDesta forma as pessoas que buscarem na web material relacionado à pedofilia serão direcionadas aos sites e blogs que participam da campanha. Já são mais de mil sites e blogs participando!!

Além disso, foi aprovado no Brasil, semana passada, o projeto de lei que pune com mais rigor a pornografia infantil e crimes envolvendo crianças e adolescentes através da Internet.  Essa é outra notícia bastante importante, pois segundo dados de uma pesquisa realizada na América Latina, 95% das crianças e jovens de 6 a 18 anos acessam com freqüência a Internet.

 

Então pessoal, o que vocês acharam da campanha em prol do combate à pedofilia e pornografia infantil??

Abaixo está o banner, para quem se interessar e quiser disseminar a idéia!!

 

Abraços e boa semana!!

Edu

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nov
20
2008

E-mails

 

Olá!

 

Em nosso último post, combinamos de abordar uma série de ferramentas que fazem parte do mundo virtual, de modo a entendê-lo melhor. Portanto, nosso tema de hoje é o e-mail.

 

E-mail – do inglês – eletronic mail (correspondência eletrônica) é uma das mais populares ferramentas das tecnologias contemporâneas. Funciona de forma assíncrona e suas características principais são agilidade, confiabilidade e economia.

 

Um endereço eletrônico tem quatro partes fundamentais, presentes em todos os e-mails:

 

dani@daniellelourenco.com.br

 1    2            3

 

1-dani – nome do usuário

2-@ – abreviatura do inglês at (em)

3-daniellelourenco –domínio

com – endereço eletrônico do tipo comercial ( pode ser gov-governamental, Edu-educacional etc).

 

No caso do meu endereço de e-mail ainda consta br, que se refere ao  Brasil. Em e-mails como Hotmail, Gmail que estão “em solo” americano, o endereço acaba no “com. Este é o padrão americano. Os outros países, com exceção dos Estados Unidos, possuem uma sigla de identificação.

 

Para não confundir sites com e-mails, o e-mail sempre possui a sigla @ (arroba). Desculpe-me se estou sendo óbvia demais, mas como existem usuários iniciantes que acessam nosso blog e preferi pecar pelo excesso do que pela falta de informações.

 

Para utilizar a ferramenta de modo correto e ainda potencializar os benefícios, vale a pena conhecer algumas regras de boas maneiras na web, ou melhor, de etiqueta:

 

  • Combine letras maiúsculas e minúsculas da mesma forma que na escrita comum. Na Internet escrever com letras maiúsculas é o mesmo que GRITAR!
  • Procure responder a todas as mensagens, mesmo que só mencione: OK! Recebido.
  • Seja claro e objetivo. Produza textos de leitura fácil.
  • Considere abordar apenas um assunto por mensagem.
  • Envie arquivos anexados apenas quando solicitado.  
  • De modo a dar “vida” as suas mensagens, você pode utilizar os emoticons, que são símbolos gráficos baseados em caracteres comuns, usados para transmitir emoções por meio do correio eletrônico. Por exemplo: :O) é um smiley, um rosto sorridente, quando visto de lado.
  • Cuidado com o envio e principalmente recebimento dos spams. A definição de spam do ponto de vista prático é o envio abusivo de correio eletrônico não solicitado em grande quantidade distribuindo propaganda, correntes e esquemas de “ganhe dinheiro fácil”. Um desperdício de recursos da rede pago por quem recebe.   
  • Outro risco potencial do e-mail são os vírus. Os vírus são programas “escondidos” que podem ser recebidos por meio de um arquivo anexado, links disponibilizados em mensagens, PPS e até imagens anexadas aos e-mails.. Por exemplo: você faz um download do que pensa ser um jogo, mas quando executa o programa, ele pode apagar arquivos do seu disco rígido ou capturar a sua senha da Internet e enviá-la por e-mail para outra pessoa. Portanto, vale a dica, não abra e-mails e anexos de pessoas desconhecidas.
  • Quando for mandar uma mensagem para um número grande de amigos, considere a possibilidade de usar o campo “CCO”- com cópia oculta. Desse modo você preserva os endereços dos seus amigos de robôs especializados na captura de e-mails para o envio de spams e não torna suas correspondência uma “tripa gigante”.
  • Atualmente já é possível registrar um domínio como pessoa física. Custa, em média, R$ 30,00/ ano e você passa a usar o endereço eletrônico você@seudominio.com.br. O Google oferece gratuitamente o Google Aps para você administrar esse domínio e criar contas para até 100 usuários. (Se precisar de mais dicas, é só me “emeiar” – neologismo da Dani que significa me mandar uma mensagem por e-mail).

O uso do e-mail por crianças e jovens é relativamente seguro, uma vez que seu e-mail é  informado somente àqueles que deseja que te escrevam.

Os riscos existem porque os jovens “conhecem” amigos virtuais em salas de bate-papo e sites de relacionamento e acabam informando seus endereços eletrônicos para facilitar a comunicação e promover um ambiente mais íntimo de relacionamento. Vale a pena “checar” os contatos dos nossos filhos e como este endereço eletrônico esta sendo compartilhado.

 

Vou parando por aqui porque esse post já esta “uma tripa gigante”…kkkkk

Se vocês deixarem vou falandoooooooooo muitoooooooooooo tempooooooooo…

 

[ ]s

 

;0) 

 

Dani

 

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nov
18
2008

Lendas Urbanas nas Teias da Internet

Um dos pontos que mais incomodam os internautas é a divulgação em massa das chamadas Lendas Urbanas. Pode atirar a primeira pedra quem nunca acreditou que desodorantes podiam provocar câncer de mama, que uma grande multinacional de informática lhe enviaria um cheque de algumas centenas de dólares caso você replicasse um determinado e-mail para uns 20 amigos pelo menos, que uma criança seria salva também por replicação de e-mails ou que latas de refrigerante contaminadas por urina de rato levariam à morte e tantas outras que povoam nossas caixas postais diariamente.

Você pode não ter se afastado nem dos antitranspirantes, muito menos das latinhas mal lavadas ou sequer ter se dado ao trabalho de “entupir” a caixa postal de seus amigos, mas certamente em algum momento ficou desconfiado ao ler relatos sobre estes “perigos”. São todos relatos que começaram a se alastrar com a popularização da internet, no final dos anos 90, e ainda continuam ganhando espaço nas caixas de e-mail.

Intrigado com as histórias deste tipo, o professor de línguas Carlos Renato Lopes resolveu estudá-las a fundo. Começou a reuni-las em 2001 e, durante 2005, recolheu 7 mil e 200 mensagens trocadas em uma lista de discussão ligada ao site www.snopes.com. O resultado da análise desse material está na tese de doutorado “Lendas urbanas na internet: entre a ordem do discurso e o acontecimento enunciativo”, defendida na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo.

Segundo o pesquisador, a rede deu um novo vigor a esse gênero que, tradicionalmente, era veiculado oralmente e por isso mesmo restrito a determinadas comunidades. “Há uma razão mais evidente para isso, ligada ao fato de a internet ser um espaço de extraordinário alcance, tanto no sentido da rapidez com que as informações podem ser transmitidas, quanto no da quantidade de pessoas que essas informações podem atingir. Mas existe também a possibilidade de as narrativas serem debatidas, rebatidas, modificadas, revisitadas e checadas quanto à sua possível ‘veracidade’, tudo por meio virtual”.

Lopes atesta que, mesmo podendo ser desmentidas com facilidade – tamanha a facilidade de comunicação do mundo moderno – as lendas urbanas não perderam sua força: “Sem dúvida, continuamos ainda hoje assistindo a uma franca circulação dessas mensagens, quer as pessoas acreditem mais ou menos nelas. Aliás, o que muda são as versões, as possíveis ‘atualizações’ das lendas, pois o impulso para passá-las adiante, esse provavelmente continuará ainda por muito tempo”.

Uma das motivações mais recorrentes para a propagação das lendas urbanas, segundo o professor, é o medo. Mas o que tanto se teme? Crimes violentos, doenças letais, grandes transformações ambientais? “Também, mas não apenas”, diz Lopes em sua tese. E completa: “o que nos aterroriza com maior freqüência são as ameaças do cotidiano, surgidas no universo mais trivial que nos cerca. São questões como os supostos riscos causados por novas tecnologias (caso dos celulares), o problema da contaminação ou adulteração de alimentos e a insegurança em lugares públicos”. São temores geralmente universais que ganham roupagem local, atraindo o sentimento de identificação do leitor.

Um fator que ilustra bem este processo são as de algumas lendas que costumam atravessar gerações, resistindo à passagem do tempo, ou seja, quanto mais se tenta desbancá-las, mais elas continuam a ser retransmitidas. Dois bons exemplos seriam :

• Roubo de órgãos. Em sua versão mais conhecida, um jovem participa de uma noitada e na manhã seguinte acorda dentro de uma banheira cercado de gelo. Percebe então que teve um órgão (normalmente um rim) extraído para ser traficado. No espelho do banheiro, encontra uma mensagem escrita com batom vermelho avisando-o do ocorrido. “Histórias envolvendo roubo ou retirada de partes do corpo de uma pessoa para determinado fim (experimentos médicos clandestinos, por exemplo, mas também por vingança, ou como prêmio para uma disputa) remontam até à mitologia grega. Trata-se de um motivo narrativo que certamente não é novo também na literatura ocidental. Está presente, entre outras obras, em O Mercador de Veneza, peça de Shakespeare cuja trama central gira em torno da cobrança do pagamento de uma dívida financeira na forma de uma ‘libra de carne’ do corpo do devedor”, revela o pesquisador da USP.

• Agulhas contaminadas com HIV em lugares públicos. Por vingança ou pura maldade, alguém resolve espalhar o vírus da AIDS plantando agulhas contaminadas em lugares insuspeitáveis como assentos de teatros e cinemas, receptáculos de cartões em telefones públicos e bombas de abastecimento de combustível. O elemento do bilhete que avisa da tragédia (algo na linha de “Bem-vindo ao mundo do HIV”) costuma aparecer aqui também. Lopes destaca: “O curioso é pensar que, por mais que tal situação tenha de fato acontecido em algum momento, em algum lugar, seu apelo como narrativa é tão forte que acaba surgindo uma história com vida própria, que atravessa os anos, mudando-se ocasionalmente os detalhes referenciais de data, local, pessoas envolvidas, mas permanecendo a ‘trama’ básica”.

Mesmo considerando que no Brasil o interesse mais consistente pelas lendas urbanas é recente e praticamente restrito à internet e, até bem pouco tempo, a alguns raros trabalhos acadêmicos na área de psicologia social (Nos EUA a Canadá existem coletâneas e enciclopédias sobre o tema a mais de 20 anos), alguns sites já começam a surgir em língua portuguesa inteiramente ou parcialmente dedicados ao tema. Entre eles, o www.quatrocantos.com e o www.mrmalas.com. “Nestes endereços encontramos um repertório de lendas urbanas, digamos, universais ou pelo menos as mais conhecidas e também algumas versões locais ‘adaptadas’ ao contexto brasileiro, como é o caso da famosa lenda da loura do banheiro ou o da faca escondida dentro do boneco do Fofão”, diz Lopes.

O pesquisador concluiu sua tese de doutorado no final de 2007, mas ainda não conseguiu arrefecer seu entusiasmo pelo objeto de estudo: “Não deixei de receber as mensagens diárias do site que estudei. Ainda ontem li seis, algumas reciclando temas já antigos, outras trazendo a última ‘novidade’ no universo das lendas urbanas… até aparecer outra história mais saborosa ou assustadora, é claro!”.

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nov
17
2008

Oi pessoal,

 

Essa semana tenho números bem legais pra dividir com vocês. Os dados mostram o enorme tamanho do mundo internet e a alta velocidade com que ele cresce. Conversei com o pessoal da Comunicação Corporativa da GVT, operadora de telecomunicações e internet, que participou em São Paulo de um evento sobre Comunicação 2.0. O evento reuniu comunicadores, empresas e blogueiros super conectados com tudo o que acontece na web. Vocês sabiam que:

 

A média mundial de internautas que lêem blogs é 31% e no Brasil esse número é 52%.

Segundo a Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), existem 150 lan houses somente na favela da Rocinha.

Seria necessário dedicar 412 anos para assistir a todo conteúdo do YouTube.

O YouTube tem mais de 71 milhões de vídeos postados dos quais 80% são amadores.

Foram produzidos 155 milhões de Giga de novos conteúdos na Internet somente em 2008 – isso seria suficiente para fazer 12 viagens entre a Terra e o Sol convertendo o conteúdo em pilhas de livros

O conteúdo produzido somente em 2008 na web é infinitamente superior a todo conteúdo produzido em livros na história da humanidade, que corresponde a 3 milhões de Giga

Desde 2001, quando foi criada a Wikipedia até hoje, mais de 10 milhões de verbetes foram inseridos nesse ambiente – A enciclopédia Britânica, criada em 1763 tem 500 mil verbetes

 

As informações são de alguns palestrantes do evento como o diretor do IBOPE Inteligência, Marcelo Coutinho; o editor da revista Bytes, Manoel Fernandes; Edney Souza do blog www.interney.net e o Juliano Spyer do blog www.naozero.com.br.

 

Os números são impressionantes e, mais uma vez, mostram que a internet é um caminho sem volta. Entrou para ficar em nossas vidas. Então o negócio é saber lidar bem com ela, independente da sua idade ou atividade na web. No domingo (16), o pessoal do Correio Braziliense, principal jornal da nossa Capital Federal, publicou uma matéria, intitulada “Os perigos da Internet para as crianças”, super interessante sobre riscos e cuidados ao participar de comunidades virtuais e comunicadores instantâneos.  Tem ainda estatísticas alarmantes como o registro de um crime virtual a cada seis minutos no Brasil. Vale a pena conferir: www.correiobraziliense.com.br 

 

Abraços e uma boa semana à todos!!

Edu

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nov
14
2008

Pessoal,

Estou aqui pra avisar que o texto da Turma da Fundação Xuxa será postado mais tarde.
;)

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nov
13
2008

Checklist para o início da saga virtual

Saudações!

 

Em nossa última conversa, abordamos as diferenças entre nós e nossos filhos no que se refere ao mundo digital e, pelo menos, turistas nesse mundo. Para auxiliar o início dessa navegação estamos criando uma série com dicas e orientações sobre as ferramentas da web apontamos a necessidade de nos tornarmos mais utilizadas por nossas crianças e demais usuários.

 

A série abordará os seguintes assuntos: 

 

- Checklist para o início da saga virtual

- E-mail

- MSN – comunicadores instantâneos

- ORKUT – sites de relacionamento

- FAKES – perfis falsos nos sites de relacionamento

- Blogs e fotologs

- You Tube

- Sites interessantes para pesquisa e lazer

- Downloads de MP3 e vídeos

- Games na rede

- Wikispaces – espaços colaborativos na web

- Fóruns, listas de discussão e chats

- Second Life

 

Para iniciar as navegações no mundo digital, habitado por nossos filhos, fiz um “checklist de viagem” para evitar qualquer transtorno em nossa saga virtual. São preciosas dicas de segurança de uso da rede, digo, dicas de viagem que valem tanto para você como para as crianças.

 

Confira:

 

Antes de iniciar a jornada digital, crie um conjunto de regras para uso da Internet, com a contribuição de todos os viajantes!  Nessas regras devem estar claramente definidos: horário de permanência no computador, sites e demais ferramentas permitidas (programas, jogos, comunicadores instantâneos, etc).

 

Conheça a identidade virtual dos seus filhos. Acesse com eles alguns sites considerados interessantes.  

 

As orientações no mundo virtual devem ser as mesmas do mundo real: não abra a porta para estranhos, não pegue carona com quem não conhece, não aceite bebida de qualquer pessoa, não entre em comunidades suspeitas no Orkut, não adicione estranhos, etc. É essencial que seu filho não divulgue nenhuma informação on-line que possa colocá-lo em risco, como nome, idade, fotos, senhas ou endereço de casa e lugares que freqüentam.  

 

Assegure-se que seu filho esteja confiante e seguro para conversar imediatamente caso alguma situação parecer confusa ou ameaçadora.

 

Coloque o computador em um cômodo comum da casa. Nada de computadores no quarto, principalmente, com portas fechadas. A “segurança” e isolamento do computador entre quatro paredes pode potencializar o mau uso e, como conseqüência, os problemas.

 

O ideal é que os amigos do mundo virtual sejam somente aqueles mesmos que se têm relações no mundo real. Explique que na internet, nem sempre se tem certeza  com quem realmente estamos conversando, muitas pessoas mentem. 

 

Os programas que bloqueiam sites não são infalíveis, porque podem ser descobertos e desbloqueados, causando descontentamento. O ideal é que sejam esclarecidos os motivos pelos quais alguns endereços não devem ser freqüentados. 

 

Considere a possibilidade de se instalar antivírus para evitar problemas de contaminação e dano das máquinas. 

 

Por mais que a tentação seja grande, não proíba. Até porque não há como garantir a proibição. Se seu filho não acessa a internet no computador de casa, pode fazê-lo na escola, na casa dos amigos, pelo celular, em lan-house. Logo, mais vale conversas para orientá-lo do que mil proibições que não serão cumpridas. 

 

O único método realmente eficaz contra problemas ocasionados pela rede é o diálogo e a presença constante dos pais.  Para alguns, pode ser cansativo e estressante, mas também é uma ótima oportunidade de interação com toda a família!

  

Envie sua contribuição de ferramenta ou assunto para acrescentarmos à nossa lista inicial.

No mais, tudo de bom pra vocês!

[]s,

Dani

 

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