mar
31
2009

Mobilização é Poder

Olá caros leitores,

Hoje vou falar sobre um conceito muito bacana que foi explorado a partir da explosão das chamadas mídias digitais, conceito fortemente amparado na evolução da internet e na convergência das tecnologias de informação e comunicação, popularmente conhecidas como TICs.

Trata-se de uma área que exerce grande fascínio sobre mim, interesse esse que certamente será compartilhado por muitos de vocês, uma vez que trata-se do grande ícone da indústria do entretenimento, o mundo do cinema.

O conceito inovador, que explora o novo mundo digital é o MovieMobz – http://www.moviemobz.com - a primeira comunidade online a permitir que você programe a sessão do filme a que quer assistir nas salas de cinema.  Sua proposta de missão é promover, através do relacionamento virtual, o encontro real de pessoas que compartilham dos mesmos interesses pela sétima arte.

Lá, você poderá conhecer pessoas novas, listar seus filmes favoritos, trocar informações, escrever críticas e formar MovieClubes. A partir de um catálogo, você escolhe o que deseja assistir na telona – entre títulos independentes e clássicos, já digitalizados – e passa a mobilizar a comunidade para levar o filme de sua preferência ao cinema mais perto de você.

A sessão mobilizada pode ser programada em qualquer um dos 122 cinemas presentes nas 18 cidades que fazem parte da rede de projeção digital que atende à MovieMobz.

Entre no endereço  : http://www.moviemobz.com/static/step-by-step   e descubra todas as atividades, passo-a-passo, que estão disponíveis para os usuários.

Dentre elas, destacam-se :  

·         Iniciar / aderir a uma mobilização

·         Fazer críticas / comentários / dar notas

·         Ver a agenda

·         Organizar listas de filmes

·         Criar / participar de um MovieClube

·         Encontrar / conhecer amigos

Este é um conceito bacana, inovador e que usa toda a gama de oportunidades da internet para promover uma mobilização legítima, que agrega e contempla os interesses de todos os envolvidos no processo, sejam eles produtores de filme, distribuidores, espectadores, etc.

E aí, o que você está esperando. Mobilize-se. Afinal, mobilização é poder!!!

Abs e até a próxima semana,

Ed

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mar
30
2009

Mais tempo na web que na TV

Olá pessoal, tudo bem?

Quanto tempo vocês passam em frente a TV?

Essa semana saiu um estudo da Deloitte que afirma que os brasileiros ficam 3 vezes mais tempo na web que vendo TV. São cerca de 33 horas semanais na rede contra apenas 9 na TV. Segundo a pesquisa, acessar a Internet é uma das atividades preferidas dos brasileiros.

Acho que isso é porque a internet é um meio cada vez mais multifuncional e democrático. Todo mundo pode produzir conteúdo, diferente da TV. De acordo com o estudo, 83% dos entrevistados afirma que passa o tempo na web fazendo seu próprio conteúdo, como vídeos, fotos e músicas.

Falando em vídeos, uma das plataformas mais utilizadas para a publicação deles, o YouTube, criou o EDU. Esse novo projeto entrou no ar essa semana e reúne vídeos e canais educacionais e acadêmicos, trazendo as melhores apresentações, debates e programas de educação.

Abraços

Edu

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mar
26
2009

Projeto do governo promove inclusão digital de alunos e professores

 

Tive a oportunidade de conhecer Roberto Elissalde, Diretor dos Projetos de Tecnologia do Ministério de Educação do Uruguai, durante o Fórum de Educação da Região Metropolitana de Campinas.

 

Ele compartilhou com a platéia, de mais de mil professores, a maravilhosa e corajosa experiência no uso das TCIs (Tecnologias da Comunicação e Informação) e no processo de alfabetização digital de seu país. O governo do Uruguai adotou o modelo UCA (um computador por aluno), intitulado  Projeto Ceibal (Conectividade de Educação Básica para a Aprendizagem On-line). O grande mote é promover a inclusão digital, permitindo acesso universalizado aos alunos, melhorando a qualidade do ensino, inclusive o desempenho escolar.

 

O projeto, audacioso, começou em 2007 e conclui-se no primeiro semestre de 2009. Para entendermos a dimensão dessa ação vale a pena lembrar que esse país irmão tem apenas 300 mil alunos em idade do Ensino Fundamental e que o governo uruguaio utilizou recursos próprios para a compra dos mini-notebooks e demais ações agregadas.

 

Utilizando software livre, o novo recurso didático tem editor de texto, calculadora, filma, fotografa, tem aplicativos educacionais e acesso a internet. Outro ponto fundamental é que o equipamento para manter sua vida útil precisa ser logado na rede do governo (escola) pelo menos uma vez ao mês. Isso garante valor agregado ao mini-notebook como recurso educacional, mas sem valor de mercado. Uma vez fora da rede, ele simplesmente não funciona. Essa ação é preventiva e garante a segurança dos alunos contra roubos e demais danos dessa natureza.

 

O fato é que em 2007, a primeira cidade do interior do Uruguai, Villa Cardal,  recebeu a primeira leva de notebooks e, apesar de ainda ser muito cedo para validar resultados, os impactos já são perceptíveis. Melhora da auto-estima e do envolvimento dos alunos, mudança de comportamento do professor, a inclusão digital da família do educando, a redução da evasão escolar, a melhora da infra-estrutura das telecomunicações e acesso web do país como um todo, a criação de empregos e melhora da qualificação profissionais do segmento de TI, entre outras.

 

Segundo Elissalde a motivação e o envolvimento dos alunos é latente. Os professores, por sua vez, acabaram cedendo aos apelos sedutores das TCIs e estão buscando aperfeiçoar sua prática pedagógica para o uso das ferramentas, com o apoio do Sindicato dos Professores. A família dos alunos, aos poucos, está se incluindo digitalmente.

 

É o pai, a mãe, até os avós que querem descobrir como “isso funciona”. Houve um maciço investimento do segmento privado nas telecomunicações gerando mais empregos, inclusive de profissionais para suporte técnico dos pequenos aparelhos. Enfim, fiquei encantada e esperançosa… Ansiosa para conhecer os resultados que poderão ser medidos entre 3 e 5 anos. E confesso que preocupada… Como este recurso potente será efetivamente usado nas mãos destas crianças?

 

Quanto à aplicabilidade aqui no Brasil, sabe-se que já existem projetos-pilotos acontecendo. Devemos aguardar as considerações e dados levantados nesses projetos, para então podermos avaliar a aplicabilidade ou não por aqui.

 

No entanto, ao menos por hora, apostaria no projeto UCP – Um computador por professor – para o nosso país. Com dimensões mais modestas, mas infinitamente importantes, poderia finalmente colocar todo o grupo de colegas de profissão, do lado de trás do computador para melhorar significativamente sua performance à frente dos alunos.

 

Qual sua opinião sobre isto? Você acredita que os alunos todos plugados terão uma melhora significativa no aprendizado? E os professores, estariam melhor preparados caso tivessem à disposição um notebook como recurso de trabalho?

 

Agradeço ao Professor Roberto Elissalde por todas as informações e paciência de ter me explicado tudo o que tive curiosidade de conhecer e pelos links que me enviou para consulta que disponibilizo aqui para vocês.

 

http://3forumrmc.wordpress.com/galeria/ (blog oficial do evento)

http://www.fedaro.info

http://www.ceibal.edu.uy/

http://proyecto-ceibal.blogspot.com/

http://rapceibal.blogspot.com/

http://cardal-ceibal.blogspot.com/

 

Até o próximo post!

 

Dani

 

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mar
25
2009

A internet e o discernimento juvenil

A modernização dos meios de comunicação, como a internet tem facilitado o acesso às informações, para todo o tipo de público, inclusive, tem aumentado o uso dessa ferramenta por crianças e adolescentes. O problema é que não existe um filtro de conteúdo direcionado para eles.

A criança não tem senso crítico para avaliar o que é bom, e essa liberdade de acesso que a internet propicia, acaba assumindo papel contrário ao que se destina – informação rápida para facilitar a vida dos seus usuários.
Os adolescentes também não têm essa crítica para separar o conteúdo. Além de apresentar materiais abusivos que desrespeitam os direitos humanos, também acaba desviando a atenção desses jovens, impedindo que o seu tempo seja usado de forma construtiva.
A internet é uma linguagem ainda em construção, que tem muito a ser melhorada para só então poder ser aceita como construtiva.A internet poderia agir como educadora se realmente fosse usada para esse fim, mas há muita mistura de tipos de informação. Falta ainda uma linguagem mais específica mais voltada para a criança e o adolescente, o pouco que existe, passa despercebida, pois não há orientação para esse público.
A ausência dos pais na vida dos filhos acarreta inúmeras conseqüências, talvez essa seja a chave primária desse problema, o filtro dos próprios pais. Mas o que nota-se hoje, é que os pais não participam ativamente na vida dos filhos. Um exemplo do mundo real, não mais do virtual, são as brigas dentro das próprias escolas.

Notícia publicada pelo jornal Gazeta do Povo no dia 06 de março mostra dados de ocorrências da Patrulha Escolar: 1.197 brigas entre alunos dentro das escolas foram registradas em 2008 no Paraná. Nela, um especialista aponta que falta diálogo em casa e participação dos pais na escola. Talvez se os genitores estivessem mais preocupados com a vida de seus filhos, esse problema pudesse ser evitado, senão, ao menos reduziria esses dados.
A facilidade da internet acaba se confundindo na correria dos dias em que vivemos. Sobretudo, a maneira dos pais se preocuparem com o filho está mudando e se reduzindo apenas a valores materiais. Orientar já foi tarefa assumida por pais, hoje se reduz a escola e se expande a internet apenas, sem censura muitas vezes, no conteúdo e na qualidade do que se tem acesso.
 

 

 

 

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mar
24
2009

A ESCALADA DO CYBERCRIME

 

Caros leitores,

 

O número de crimes virtuais vem aumentando gradativamente, segundo o Ministério Público. A ousadia das quadrilhas especializadas em fraudes pela internet impressiona até quem está acostumado com a tecnologia. Um alerta para o consumidor que faz negócios pela rede.

 

Nesta época em especial, quando os contribuintes correm para fazer a declaração do imposto de renda, multiplicam-se os e-mail e mensagens da Receita Federal com pedidos sobre dados pessoais do contribuinte, novos cadastros e, inclusive, dados bancários. Porém, a própria Receita alerta em seu site (www.receita.fazenda.gov.br) para os diversos cuidados que devemos tomar, inclusive salientando para o fato de que só se comunica com os contribuintes através de correspondências, jamais pela rede mundial de computadores.

 

Outro golpe que tem se alastrado feito pólvora, diz respeito as compras ON-LINE. Neste caso em particular, devemos cuidar especialmente quando nos deparamos com ofertas “tentadoras demais”, sugerindo preços e condições muito diferenciadas em relação à prática de mercado. Isso leva as pessoas a submeter o pedido, geralmente via depósito bancário. Mais tarde, a notícia ruim vem na forma da completa ausência do produto ou serviço adquirido.

 

É preciso salientar que mesmo com algumas objeções feitas por consumidores mais desconfiados, o discurso e a argumentação dos fraudadores é bastante convincente, contando inclusive com “clones” de sites de empresas existentes no mercado. Portanto, todo o cuidado é pouco na hora de nos certificarmos se a oferta é mesmo válida, seja ligando para a empresa, buscando mais informações, exigindo garantias, além de buscar sempre sites idôneos e reconhecidamente seguros.

 

O usuário que tiver problemas com sites criminosos deve registrar ocorrência na Delegacia Especializada em Fraudes Eletrônicas de sua região, bem como denunciar o caso ao Ministério Público.

Em breve, a GVT e o CDI lançarão o Guia de Navegação da Internet 2.0 e lá, estarão disponíveis dicas preciosas sobre o Cybercrime.

 

Aguardem e mantenham os olhos bem abertos!!!

Abs,

Edgard

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mar
23
2009

Uso Responsável da Internet nas escolas

E aí pessoal, tudo bem? Hoje estou aqui para falar de uma iniciativa muito bacana que aconteceu neste último sábado. Um grupo de colaboradores de diferentes áreas da GVT realizou palestras sobre o Uso Responsável da Internet para pais, professores e alunos de 8 escolas públicas de Curitiba. As apresentações, que duraram cerca de 1h30, falaram sobre a história da web, seu funcionamento, crimes virtuais, leis de proteção, sites de relacionamento, além de dicas e orientações para que todos possam usar a web da melhor forma.

Esse grupo de colaboradores participou, em fevereiro, de um treinamento com a ONG Coletivo Digital, cujo objetivo era capacitá-los como multiplicadores do tema. Essa iniciativa deve ser disseminada dentro da própria empresa, a proposta é que a cada palestra um novo funcionário seja convidado a auxiliar, aumentando cada vez mais a rede de voluntários. 

Nesse primeiro momento as palestras aconteceram nas escolas municipais Tanira Schimidt, David Carneiro, Carlos Drummond, Issa Nacli, Sidônio Muralha, Anita Merhy Gaertner, Maria Claro Tesseroli e Helena Kolody.

“A palestra me motivou a levar o tema adiante, orientando sobre o lado bom e o ruim da Internet e me incentivou também a acessar mais e buscar mais conhecimento”, conta Rita de Cássia Molina, que assistiu à palestra na escola Issa Nacli.

A foto aí embaixo é do pessoal que compareceu na palestra realizada na escola Maria Clara Tesseroli.

É muito legal ver as pessoas envolvidas e engajadas com a causa, só dessa forma conseguiremos fazer com o que o tema seja cada vez mais disseminado.

Parabéns aos voluntários da GVT!!!

Abraços

Edu

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 
 

 

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mar
20
2009

Softwares livres

 

É pessoal, com o nosso projeto “De dentro da Pedra”, que já falamos um pouco no início do ano, temos aprendido muitas coisas legais.

No fim de semana passado descobrimos o mundo dos softwares livres. Até pouco tempo não tínhamos nem idéia do que era esse negócio. Mas a galera do CCNM – Centro de convergência de Novas Mídias – da UFMG nos apresentou a um mundo completamente novo.

Sabe aquela coisa de programa pirata? Nada disso é necessário. Na própria internet nós podemos baixar esses programas e adaptá-los as nossas próprias necessidades.

Vejam o que descobrimos:

“Um software com esse tipo de licença é um Software Livre  tem como característica a garantia das seguintes quatro liberdades:

·         (liberdade n˚. 0) A liberdade de utilizar o programa para qualquer propósito;

·         (liberdade n˚. 1) A liberdade de estudar como o programa funciona e adaptá-lo para as suas necessidades. Nesse sentido, o acesso ao código- fonte é um pré-requisito para esta liberdade;

·         (liberdade n˚. 2) A liberdade de redistribuir cópias, de modo que você possa ajudar ao seu próximo;

·         (liberdade n˚. 3) A liberdade de aperfeiçoar o programa e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie. Novamente, o acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade. “

Então, imaginem se cada pessoa que domina um pouco de programação contribuir para a melhoria dessa tecnologia como é que isso pode ir longe!

Nós ainda estamos engatinhando por aqui na Fundação, mas no mês que vem, com certeza, vamos aprender mais coisa e queremos dividir todas essa descobertas com vocês.

Tchau!!

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mar
20
2009

Fóruns, listas de discussão e chats – Parte 2

 

Olá querido(a) leitor(a)!

 

O tema de hoje, em continuação ao da semana anterior, aborda o universo dos fóruns, listas de discussão e chats. Primeiramente, vale a pena diferenciá-los. Enquanto fóruns e listas de discussão são ferramentas assíncronas, o chat é síncrono.

 

Como o post ficou MUITO grande resolvi separá-los em duas partes.

 

Assim sendo, hoje trataremos dos CHATS.

 

O termo chat tem origem do idioma americano e significa Bate-papo ou ainda conversa, fofoca. No “internetês”, chat é um ambiente virtual onde diversos internautas se encontram on-line, para “teclar” sobre qualquer temática imaginável (ou inimaginável as vezes…)

 

Para utilizar o chat, deve-se entrar no endereço de algum site ou portal, em seguida “entrar” no que se chama de sala. As salas podem ser agrupadas por critérios como: idade, região, religião, temáticas etc.

 

Como é uma ferramenta síncrona, o chat é extremamente dinâmico, interativo e divertido. E seria perfeito se não fossem os problemas e situações de risco advindas destes ambientes…

 

Do mesmo modo que o papel aceita tudo o lápis escreve, o teclado aceita o que as mãos digitam, logo o risco de se “comprar gato por lebre” é imenso. Nunca se sabe verdadeiramente com quem se está teclando.

 

Outro ponto relevante, que vale a pena ser mencionado, é que pedófilos, em busca de vítimas, entram nas salas de bate-papo infantis, fazendo-se passar por crianças, mostrando interesses em comum, de modo a iniciar a conquista da “presa”. Estas conversas acabam evoluindo para o MSN (comunicador instantâneo) de modo a ficar mais íntima e privada e muitos problemas podem vir a acontecer desse relacionamento virtual.

 

Logo, de olho nos chats. Estas ferramentas certamente são muito bacanas, mas com certeza, ofertam muitos perigos ocultos!

 

Vale estar lembrando as dicas de segurança de sempre: ao entrar em uma sala de bate-papo, melhor fazer o “tipo paisagem”: nada de nome real (usa-se um nickname, ou no bom português, apelido), não se divulgam dados do mundo real e muita astúcia com estes “papinhos moles” de vamos conversar no seu MSN, ligar nossas web-cams e tudo mais!

 

Como se diz na gíria dos jovens, temos que estar “ligados na fita” para poder curtir com segurança e responsabilidade tudo que a tecnologia tem nos ofertado!

 

 

Até semana que vem!

 

;o)

 

Dani

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mar
17
2009

O BLOG como Recurso Educacional

Um dos recursos mais interessantes e fascinantes da aplicação da tecnologia em ambiente escolar é o BLOG, tal e qual praticamos diariamente aqui no Post do Bem.

Neste ambiente, praticamos a tão comentada e alardeada construção do conhecimento, uma vez que existe a troca entre o criador do espaço virtual (o “Blogueiro”) e seus leitores. Citando Paulo Freire : “Ninguém ensina ninguém, tampouco ninguém aprende sozinho. Os homens aprendem em comunhão, mediatizados pelo mundo”.

A partir do acima exposto, podemos imaginar uma série de aplicações deste recurso em sala de aulas, tais como: divulgação de estudos, pesquisas e produções dos alunos em projeto interdisciplinares, criação e elaboração de um jornal ou boletim online, incentivo à curiosidade tecnológica pelo uso das diferentes linguagens de programação, exploração e utilização de imagens criadas ou registradas pelos próprios alunos (via celular ou câmeras digitais, por exemplo), desenvolvimento de animações como resultado final de um trabalho e organização cronológica das etapas de implementação de um projeto específico (aqui aliados a diferentes programas de editoração de imagens, aúdio e vídeo como : Movie Maker, Publisher, GimpShop, Audacity, etc), dentre outros.

Adicionalmente as aplicações citadas acima, podemos expandir sua utilização, promovendo enquetes, desafios, exercícios-surpresa, caça virtual ao tesouro (trilhando as dicas escondidas em sites, portais e outros blogs já visitados pelo professor e/ou por um ou mais alunos), gincanas (do tipo Web Quest, por exemplo), games variados e – por que não? – plantões online, iniciando o estudante na aprendizagem a distância via internet.
O que é particularmente relevante neste caso é que o BLOG democratiza a difusão de conteúdos sobre os mais variados temas, ampliando a liberdade de expressão, o debate e de troca de informações. Porém, não custa lembrar que, uma vez publicado, qualquer um pode ter acesso aos conteúdos divulgados, inclusive gravando e usando as informações ali disponíveis, sem que se tenha um controle absoluto sobre este processo. Assim, o “blogueiro” é o responsável direto por tudo que nele estiver publicado.

Para isso, lembrem-se sempre de sites como : www.internetresponsável.com.br e o nosso Post do Bem, onde praticamos e difundimos diariamente o uso responsável das novas tecnologias, que tanto contribuem para o desenvolvimento da sociedade contemporânea.

Até a próxima semana!!!

 

Este post foi inspirado no artigo “Blog como Ferramenta Educacional” da Consultora Beatriz Risek

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mar
16
2009

Rede social é mais popular que e-mail

 

Olá pessoal, tudo bem?

 

Em um dos seus últimos posts a Dani falou que o e-mail está cada vez sendo menos usado pelos jovens…Semana passada vi uma pesquisa realizada pela Nielsen Online que mostrou que os sites de relacionamento e blogs perdem apenas para sites de assuntos gerais de softwares nas buscas e interesses dos internautas. Esse estudo apontou que 1 em cada 11 minutos online é passado em sites de relacionamento. 

 

A pesquisa também identificou os brasileiros como os que mais usam as redes sociais. 80% das pessoas que estão conectadas à web fazem parte de alguma rede social. Concordo com o que a Dani disse, que os jovens gostam de respostas imediatas e por isso acessam mais as redes sociais. Porém, este não é o fim do e-mail não! A pesquisa da Nielsen mostrou ainda que a popularidade da ferramenta de correio eletrônico cresceu 2,7% ano passado.

É isso pessoal, cada um encontra a melhor forma de se comunicar né!!!

 

Abraços

Edu

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