jul
31
2009

H1N1

Oi!

 

Como mãe, educadora e cidadã, achei prudente usar o espaço do Post do Bem dessa semana para conversamos sobre esta onda da gripe suína – influenza A.

 

A de amedrontadora, de ameaçadora, de antipática e principalmente de ANTI-SOCIÁVEL!

Como medida preventiva, as escolas fecharam suas portas e prorrogaram o retorno às aulas, visando diminuir as chances de contágio.

O.K. Porém, a medida de evacuação dessas áreas específicas só surtirão efeito se fossem “casadas” com outras ações… Com a colaboração de todos!

 

Nossos filhos devem permanecer em casa! Longe de shoppings, cinemas, shows, teatros e outros espaços de aglomeração e difícil circulação de ar.

Eu sei que é grande a dificuldade de mantê-los em casa, “sem nada para fazer”…  Porém uma medida anti-social necessária! Um esforço coletivo em pról do bem estar de todos!

E nessa hora a nossa querida internet pode auxiliar muito! Vamos liberar umas horinhas a mais para que a “reclusão domiciliar” não seja tão enfadonha!

 

Encaminho uma lista de sites bem bacanas e seguros para navegação dos nossos pupilos e também alguns sites de esclarecimento sobre esta triste pandemia.

 

H1N1

 

http://www.respostasgripesuina.com.br/

http://portal.saude.gov.br/portal/saude/default.cfm

 

Lazer

http://www.daniellelourenco.com.br/Pagina/50_sites_para_lazer.aspx

 

 

Até a próxima semana!

 

Saúde e paz para todos!

 

;o)

 

Dani

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jul
29
2009

Com a boca no trombone

 

No último sábado, dia 25 de julho, jovens de todo o país se reuniram na Conferência Nacional Livre “Juventude e Comunicação”, em São Paulo, para discutir e definir propostas para a I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), que vai acontecer entre 1º e 3 de dezembro deste ano, em Brasília.

                                        

Entre os temas abordados estavam à concentração da propriedade dos meios de comunicação, a participação popular, a imagem do jovem na mídia, diversidade e mecanismos de incentivo à produção, veiculação de conteúdos juvenis e, claro, internet e novas tecnologias.

 

Leia a carta produzida pelos participantes com o resultado de toda essa discussão:

 

 

Carta Aberta da I Conferência Nacional Livre “Juventude e Comunicação”

 

 

As/Os jovens e adolescentes do Brasil, participantes da I Conferência Nacional Livre “Juventude e Comunicação”, que aconteceu em São Paulo, no dia 25 de julho de 2009, vem socializar suas recomendações, propostas e suas considerações para a I Conferência Nacional de Comunicação. 


Integrantes de redes, grupos e movimentos sociais, que atuam pela participação de jovens na construção da cidadania e garantia dos direitos humanos à comunicação, acreditamos que a conferência é um passo importante para a revolução da comunicação, no sentido não apenas de consumir, mas também de produzir, interagindo e formando alianças e parcerias.


Queremos que as juventudes não sejam meras espectadoras, mas participantes em todo o processo de construção dessa Conferência Nacional de Comunicação, tanto no âmbito local quanto no âmbito nacional, considerando que a população jovem representa 48 milhões. É importante salientar que boa parte dos produtos de comunicação são dedicados à faixa etária 12 a 29 anos, seja na programação da TV, seja pelo repertório de rádio, cinema, internet. Isso caracteriza a(o) adolescente e a(o) jovem como o maior público dos meios de comunicação brasileiros. Vale ainda ressaltar que os veículos de comunicação tem papel importante na formação desse público, influenciando diretamente padrões de comportamento e atitudes.


Na crença de que é preciso promover o acesso aos meios de produção, propiciar estímulo e fortalecer o potencial criativo dos jovens brasileiros e o conceito da comunicação como um direito inalienável, apresentamos a seguintes propostas:

 

1. Imagem do jovem na mídia


1.1. Incremento da programação para crianças e adolescentes na grande mídia, com a intenção de trazer temas políticos, sociais e/ou culturais.
1.2. Usar os meios de comunicação como ferramenta de aprendizado para adolescentes e jovens.
1.2. Incentivar as(os) comunicadoras(es) adolescentes e jovens (juvenis) a propagar os meios de comunicação alternativos entre as(os) jovens que não têm contato com os mesmos como forma driblar os estereótipos exibidos na grande mídia.
1.3. Propor pautas à mídia tradicional que contemplem a realidade da juventude brasileira.
1.4. Articular parceria com o CONJUVE – Conselho Nacional da Juventude – de modo a pressionar o Governo Brasileiro para dar mais representatividade às(aos) jovens em eventos voltados para comunicação.

 

2. Participação popular e controle social dos meios;


2.1. Construção de um marco legal (ex: estatuto) da comunicação elaborado pela sociedade civil com o poder público;
2.2. Financiamento público para mídias comunitárias e redirecionamento de parte da verba pública destinada a propaganda para veiculação em mídias comunitárias e alternativas.
2.3. Gestão compartilhada por meio de conselhos de comunicação que já existem e criação de conselhos estaduais e municipais.
2.4. Criar políticas públicas de disseminação do conceito da comunicação como um direito humano, em especial para adolescentes e jovens. Exemplos: Revista Viração, educom.radio, diálogos setoriais e outras iniciativas da área.

 

3. Internet e novas tecnologias

 

3.1. Transformar o acesso de alta velocidade à Internet em um direito, estabelecendo em todo o território nacional redes públicas de difusão do sinal de banda larga.
3.2. Estabelecer, no sistema público de ensino, um programa de formação em linguagens, técnicas, tecnologias, ética, princípios de compartilhamento da comunicação livre.
3.3. Maior clareza, transparência e debate popular em ações que visem à regulamentação e normatização do acesso e uso da Internet.
3. 4 Qualificar o uso das “lan houses”, oferecendo aos usuários e proprietários estímulos fiscais e tarifários e de crédito para que disponibilizem, em contrapartida, serviços de formação como os descritos no tópico anterior.

 

4. Comunicação e diversidade

 

4.1. Garantir a inclusão e o respeito à diversidade étnica/racial, de gênero e identidade de gênero, de orientação sexual religiosa e política.
4.2. Ampliar a circulação dos produtos culturais, em especial de produção independente, garantindo a consolidação de espaços de liberdade de expressão.
4.3. Que seja garantida participação (não apenas nas campanhas de saúde) nas campanhas publicitárias institucionais à representação dos grupos étnicos-raciais, de gênero e de identidade de gênero, religiosa e de orientação sexual.
4.4. Garantir políticas públicas de fomento à implementação dos pontos de mídia livre e independente.
4.5. Garantir, por meio de políticas públicas, concessões de veículos comunitários por plebiscito popular para rádios em todo Brasil.
4.6. Garantir, por meio de políticas públicas, a paridade de investimento por Estado.
4.7. Estabelecer que o Conselho Nacional de Comunicação fiscalize os veículos de comunicação quanto às terminologias usadas em suas publicações, principalmente àquelas relacionadas aos direitos da criança e da(o) adolescente e juventude.

 

Propostas Mídia e Educação:
4.8. Que seja garantido, por meio de políticas públicas, em todas as escolas públicas de ensino fundamental, médio e universidade, núcleos de comunicação gerenciados pelos estudantes.
4.9. Educação para mídia nas escolas estaduais por meio de educadores preparados para discutir e trabalhar o tema.
4.10. Produção e veiculação de conteúdos juvenis – concessão e concentração dos veículos de comunicação.
4.11. Criar centrais públicas de produção e formação em comunicação, com disponibilização de equipamentos para interessados em construir seus próprios produtos;
4.12. Ampliar fundos públicos permanentes e com volume significativo de recursos para produção e veiculação de conteúdo realizado pela juventude;
4.13. Criar um Conselho Nacional de Comunicação com ampla participação da sociedade civil, inclusive da juventude, para regulação dos meios de comunicação e das concessões, com mecanismos para evitar a predominância de interesses particulares no interior desse conselho;
4.14. Garantir que a comunicação seja pautada nos espaços de educação formal;
4.15. Democratizar a gestão das emissoras públicas e comunitárias com o fortalecimento da produção coletiva e compartilhada;
4.16. Estabelecer medidas anti-concentração horizontal, vertical e cruzada dos meios de comunicação, com a regulamentação do artigo 220 da Constituição Federal;
4.17. Garantir instrumentos de defesa contra violação dos Direitos Humanos nos meios de comunicação, especialmente dos direitos das crianças e dos adolescentes;
4.18. Regulamentar tempo mínimo de veiculação de produção comunitária e independente nas TVs abertas e na TV por assinatura;
4.19. Reservar espectro para emissoras públicas e comunitárias no rádio e na televisão.

 

 

Queremos convocar a todas e todos a unir esforços para que nossas recomendações sejam consideradas. Reiteramos que unir forças significa lutar junto à mídia para levarmos cultura, entretenimento e educação de boa qualidade para toda a população. E que nós jovens, sejamos construtores do presente, vislumbrando um futuro mais justo e igualitário para todos e todas.

 

Saudações

Adolescentes e jovens do Brasil

 

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jul
28
2009

A influência da internet nos cuidados com a saúde

 

Olá Leitores,

 

Não é de hoje que debatemos o fato de que as novas mídias, especialmente a partir da revolução da internet, estão ganhando cada vez mais espaço na vida das pessoas.

 

A sociedade do conhecimento nos impôs uma nova era, com infinitas possibilidades e isso não é diferente na área de saúde, com os médicos sendo expostos a uma avalanche cada vez maior de informações sobre os mais variados temas. Já existem inclusive, evidências mostrando que o conhecimento médico tende a se duplicar a cada cinco anos.

A utilização da internet para consultas de assuntos relacionados à saúde é uma realidade atual, com estimativas variadas de uso. Nesse sentido, foi constatado que cerca de 80% e 66% dos adultos, respectivamente nos Estados Unidos e Europa pesquisam freqüentemente matérias de saúde.


E quais são os motivos que levam os pacientes a buscar informações sobre saúde na internet? Um levantamento sobre o assunto revelou as seguintes razões: Mudar de decisão sobre tratamento da sua doença (70%); Descobrir novas questões que os motivem a ouvir a opinião de outro médico (50%); Influenciar sua decisão sobre ir ou não ao médico (28%); Melhorar o cuidado com a saúde (48%).

Já na perspectiva dos médicos, alguns estudos apontam mudança nas decisões médicas quando os pacientes buscam informação em fontes na internet. A resposta inicial dos médicos consiste, a princípio, numa maior solicitação de exames, muitos sendo desnecessários, com o objetivo de se resguardarem de possíveis queixas e argumentações por parte dos pacientes. Além disso, os médicos ainda confirmaram que não gostam que o paciente tenha informações técnicas, que discuta, questione ou conteste seus diagnósticos e procedimentos.

Diante do exposto acima e considerando que vivemos na era digital, em que termos como blogs, redes de relacionamento e buscadores estão se tornando mais e mais freqüentes, não há como continuar ignorando a influência da internet na assistência à saúde. Deve-se portanto, dobrar os cuidados quando da pesquisa sobre doenças, especialmente considerando o fácil acesso a informações equivocadas, provenientes de sites sem qualquer rigor científico. Ainda mais nestes tempos em que novas doenças e epidemias tem, infelizmente, se tornado mais comuns, tais como a H1N1 – a famosa Gripe Suína.

Este post foi inspirado em um artigo do pneumologista Fernando Sergio Studart Leitão Filho, um dos autores do livro Gestão do Conhecimento Médico: Guia de recursos digitais para atualização profissional.

 

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jul
27
2009

Redes Responsáveis

 

Oi pessoal,

 

Saiu hoje no veículo portal da imprensa uma matéria bem interessante relacionada a redes sociais onde segundo dados de um estudo da Universal McCann em todo o mundo existe um total de 625 milhões de internautas ativos e, dentre esse número 63% já criaram perfil em algum site de relacionamento.

 

Isso só comprova mais uma vez que as redes sociais estão inchando de forma contínua!

 

A vantagem das novas tecnologias é que além de se manter contato com amigos, por meio das redes sociais e MSN, por exemplo, podemos também ampliar nossas possibilidades profissionais.

 

Além das pessoas as empresas também vem se beneficiando dessas ferramentas. Empresas de diversos segmentos estão fazendo acompanhamento do que é falado, ou melhor, “teclado” a respeito de seus serviços e/ou produtos na grande rede. Dessa forma criam uma linha direta de comunicação com o cliente o que sem dúvida só colabora, pois projeta na mente do cliente uma imagem de empresa humana: por isso a redes sociais se tornaram um chamariz para as grandes médias e pequenas corporações.

 

Outro ponto interessante a ser abordado são ações de responsabilidade que vem sendo aplicadas por institutos nas redes sociais, em específico, – no microblog Twitter. Dentre as instituições existe o instituto Movere que tem por finalidade reeducação alimentar para crianças e adolescentes de baixa renda com sobrepeso e obesidade; o instituto se integrou ao Twitter a fim de criar um canal de comunicação aberto ao público interessado na causa de obesidade infantil.

 

É isso aí pessoal, vamos aproveitar e criar também conteúdo responsável. Ações como essas de semear a bondade “digital” contribuem efetivamente para uma sociedade cada vez mais humana.

 

 

 

Forte Abraço,

Edu

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jul
24
2009

Conhecendo as redes sociais – Facebook

 

Oi!

 

Em função das palestras que ministro em escolas para pais, professores e alunos acerca do tema do uso responsável de internet, pesquiso sobre as novas redes sociais. (Afinal o ORKUT atualmente é apenas uma das muitas opções disponíveis.) Hoje vamos conversar sobre o Facebook.

 

Vou abrir meu coração! O que começou como uma pesquisa acabou como um vício! Kkk

 

Além das tradicionais ferramentas de envio de mensagens, postagens de fotos e vídeos, o que conquista é a possibilidade de interação entre os usuários! Existem aplicativos, estilo joguinhos, que são viciantes.

 

Eu participo do YoVille, Farmville e FarmTown e não fico um dia sem entrar!

Em Yoville vivo numa cidade virtual, tenho um apartamento e preciso trabalhar para comer e comprar minhas roupas e utensílios domésticos. Vou à praia, ao banco, à Pet Shop, à Loja de Roupas… e interajo com yovilles do mundo todo! Seja por meio de emoticons, jogo-da-velha, “pedra, tesoura, papel”, chat, danças virtuais e outras ferramentas de comunicação!

 

Em Farmville e FarmTown sou uma fazendeira e cuido da minha propriedade, planto, colho, vendo… Posso trabalhar na fazenda dos meus amigos. Mando presentes virtuais para eles e recebo mimos também.

Em termos de segurança, penso que uma vez seguidas às orientações de praxe: não divulgar dados pessoais e tomar cuidado com os amigos virtuais, é relativamente seguro. Não me arrisco a afirmar que é 100% pois estando na web, não há como assegurar isto. Porém, os pais devem acompanhar a navegação, uma vez que existem outros aplicativos como: um Jogo de Vampiros, Cassino, Jogo de Guerra. Que não são tão “politicamente corretos”.

 

Fiquei me questionando sobre várias coisas:

 

a) Se eu, uma criança de 36 anos, fiquei entusiasmada desse modo com a brincadeira, qual é o impacto que exerce sobre jovens e crianças?

 

b) Será que a escola está pronta para competir com atividades com este grau de interatividade?

 

c) Se os pais vivenciassem esta interatividade compreenderiam melhor o fascínio que a internet exerce sobre seus filhos?

 

Queria ouvir sobre opinião sobre o assunto! E se quiser experimentar, escreva-me, que mando o convite para brincarmos juntos: daniellelourenco@gmail.com

 

Nas próximas semanas estarei escrevendo sobre as outras redes sociais! Espero você na semana que vem!

Um abraço,

;o)

 

Dani

 

 

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jul
22
2009

Crianças na rede

 

O Jornal do Estado publicou, na editoria Informática do dia 16 de julho, uma nota abordando os resultados de uma pesquisa feita pela Nielsen Online sobre a quantidade de crianças que usam a internet. Em todo o mundo, o número chegou a 16 milhões em maio deste ano, representando 9,5% da comunidade online, de acordo com o texto.

 

O estudo também levantou o tempo médio que as crianças entre dois e 11 anos permanecem conectadas. Comparando com dados de cinco anos atrás, hoje elas estão passando mais 63% de seu tempo na internet. Em maio de 2004, as crianças ficavam cerca de sete horas online por dia. Este ano, o tempo subiu para nove horas diárias.

 

Se fizermos uma conta bastante rápida, considerando o turno escolar – que tem uma média de quatro horas, no Brasil –, mais um período de oito horas dormindo, é como se as crianças passassem praticamente o restante do dia no computador. Será que é tanto assim? O que vocês acham galerinha?

 

Até semana que vem!

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jul
21
2009

O Labirinto da Internet

 

Boa tarde Leitores!

 

Abordaremos hoje um importante tema quando falamos do Uso Responsável da Internet, a comunicação política.

 

Neste momento, temos uma lei sendo votada pela Câmara dos Deputados para regular o uso da internet nas eleições. Se a mesma for aprovada sem mudanças pelo Senado, pode provocar um forte retrocesso numa área em que o Brasil se destaca no mundo, que é a sua legislação de comunicação eleitoral.

 

A internet é o meio mais perturbador que já surgiu na comunicação.
Para profissionais da área, como o jornalista, publicitário e consultor político João Santana, ela abre fronteiras tão imprevisíveis e desconcertantes como foram a Teoria da Relatividade para a física, a descoberta do código genético para a biologia, o inconsciente para a psicologia e por aí vai.

 

Assim como em outras esferas, a Internet tem se mostrado como um grande desafio a Comunicação Política. Se a mesma é perturbadora para os profissionais do meio, imagine para as demais camadas da população, em todas as suas esferas?

 

Nos dias atuais, a comunicação política é feita por meio de uma simbiose entre o que se diz e seu suporte de expressão, as ferramentas comunicacionais. Um influenciando o outro e os dois influenciando, sem parar, as sociedades e instituições.
Foram enormes os pulos causados pela imprensa, pelo rádio, pelo cinema e pela TV na forma e no modo de fazer política. Mas nada perto dos efeitos que trará a internet.

 

Por ser uma “multimídia” de altíssima concentração e também por sua capilaridade e interatividade planetária, a internet não apenas deve transformar as técnicas de indução do voto, mas também ser o primeiro meio na história a mudar a maneira de votar. Ou seja, vai certamente transformar o formato e a cara da democracia.Elas ajudarão a produzir uma nova democracia tão radicalmente diferente que não poderá ser adjetivada ou definida com termos do nosso presente-passado, tipo “representativa” ou “direta”.

 

E de se esperar que, com isso, que nossos legisladores não queiram passar para a história como os que imprimiram um sinete medieval em ondas cibernéticas. Na realidade, sua força libertadora tem de ser estimulada, e não equivocadamente reprimida. Já existe um consenso do que deve ser modificado na proposta da Câmara. O Senado, que vive profunda crise de imagem, tem portanto um bom tema de agenda positiva. Mas não é por oportunismo que urge corrigir alguns dos pontos ora propostos. É simplesmente pela consciência de estar conectado com o futuro.

 

Abs e até a próxima semana.

Edgard

 

Este POST foi inspirado na Coluna Opinião da Folha de São Paulo, escrita pelo Jornalista, Publicitário e Consultor Político João Santana, no último dia 20 de Julho.

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jul
17
2009

Muito legal!

Depois do lançamento do Guia de Uso Responsável da Internet, ficamos pensando em como poderíamos contribuir para que essa iniciativa tão importante pudesse ser divulgada.

Sabemos que ela foi elaborada para os professores e os pais, mas nós acreditamos que quando as crianças, os adolescentes e os adultos se unem … Tudo funciona melhor.

 

A maioria dos nossos pais e professores sabem menos desse negócio de tecnologia, internet, orkut, MSN … que nós. Então, por esse motivo resolvemos fazer aqui na Fundação Xuxa Meneghel uma Semana de Uso Responsável da Internet. Uma semana que nós iríamos nos responsabilizar pelo conteúdo e explicar para as crianças menores como a Internet pode ser legal, mas também como ela pode esconder perigos.

 

A nossa preparação foi assim: pegamos os dois Guias lançados pela GVT e estudamos todo o conteúdo deles. Lemos também alguns textos que a Luciana (Educadora da Oficina de Comunicação & Tecnologia) deu pra gente. Discutimos sobre tudo o que aprendemos e depois montamos um programa com vários temas que consideramos muito importantes.

  • Como o uso dos computadores pode ser bom para as crianças e adolescentes.
  • Os diferentes usos que podemos ter com a Internet.
  • Redes sociais.
  • Dicas de segurança no uso da internet: pedofilia e crimes virtuais.
  • Como realmente usar a internet para a inclusão.
  • Dicas de sites.

Montamos uma apresentação em power point que ficou super bonita e também fizemos um guia com nossos sites preferidos para distribuir.

Foi uma experiência muito importante para gente porque nos mostrou que temos condições de ensinar para outras pessoas as coisa que nós aprendemos.

O próximo passo vai ser incluir as famílias da Fundação Xuxa nessa nossa movimentação e também nossos colegas de escola.

Tentem também fazer algo assim na escola de vocês. Com certeza vocês vão gostar da experiência.

 

Tchau!!!

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jul
16
2009

Criando os filhos pela metade… Ou seria por ¼?

 

Saudações querido leitor!


Esta semana, ao receber a Revista Época, deparei-me com um artigo intitulado “Meninas que querem ser más” (http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI81590-15228,00-MENINAS+QUE+QUEREM+SER+MAS.html). Tal artigo tem ênfase na violência promovida pelas gangues de meninas que assombram colegas, pais e professores.

Mas o que me chamou atenção foi o fato do ORKUT estar mencionado na reportagem como ferramenta de “formação de quadrilha” e na minha interpretação articulador na violência entre as meninas. Incentivador! Motivador!

 

Recordando nossos posts, podemos considerar que não há nenhuma grande novidade, visto que o problema em si não é o ORKUT e genéricos mas sim o uso que se faz de tais ambientes virtuais.

O que ainda me choca é que os pais dessas meninas, provavelmente, não sabiam desse “movimento” todo até a coisa chegar à justiça.

 

Parece-me que os pais estão criando os filhos pela metade. Educam no mundo real para o mundo real, esquecendo-se que seus filhos têm uma identidade virtual. E tal identidade tem, em alguns casos, mais poder, influência e conseqüências que o mundo real.

 

Veja! São meninas de 11 a 14 anos acusadas de comportamento violento, agressão, porte de armas e formação de quadrilha!

As situações de violência nascem na escola, evoluem no mundo virtual e retornam para o mundo real com uma força assombrosa…

E apesar de tudo isto, os pais parecem estar dormindo em berço esplêndido… Sendo acordados dos seus sonhos pelo bombardeio dessas novidades…

Mais do que nunca, é preciso levantar a bandeira do “Uso ético e responsável da Internet”, conscientizando a comunidade, em especial os responsáveis por crianças e adolescentes, da importância do acompanhamento das atividades e da identidade virtual de seus rebentos. Que eduquem seus filhos por inteiro! Não pela metade…. Não por ¼!

 

 

E ai? Você já conscientizou alguém hoje?

 

Um beijo,

 

;o)

Dani

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jul
16
2009

Portal dos Direitos da Criança e do Adolescente

 

Nesta semana, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completou 19 anos. O documento é considerado um marco na defesa dos direitos de meninos e meninas. Por estebelecer a proteção integral, serviu inclusive como referência para legislações de outros países. A partir do ECA, não só os governantes, mas também a família e toda a sociedade tem o dever de assegurar os direitos fundamentais das crianças e dos adolescentes.

 

No entanto, apesar do enorme avanço legal trazido pelo Estatuto, ainda há muito que ser feito para tornar real tudo o que ele contempla. Sabemos que, por si só, a lei não muda a realidade. É preciso fazer com que os direitos à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e na comunidade sejam exercidos pelas garotas e pelos garotos, independentemente de sua condição econômica.

 

Isso só acontece com a união e o esforço dos diversos segmentos da sociedade. Todos tem que estar cientes das dificuldades e discutir maneiras de resolvê-las. Para contribuir com essa discussão, foi criado um “Portal dos Direitos da Criança e do Adolescente”, no endereço www.direitosdacrianca.org.br.

 

O Portal resultou de uma parceria entre duas organizações: o Conanda, que é o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, e a Rede ANDI Brasil, um grupo de nove agências que trabalham para melhorar a forma como os jornais tratam das questões ligadas a infância e adolescência.

 

No Portal, desenvolvido com base na web 2.0, todo mundo pode contribuir com textos, imagens, vídeos, documentos e podcasts que tenham relação com a área – inclusive os próprios garotos e garotas. Isso possibilita que mais pessoas mostrem suas opiniões, ampliando assim a troca de experiências e pensamentos. E para publicar conteúdos no Portal é bem simples: basta aceitar um termo de compromisso e fazer o upload dos materiais.

 

Navegue pelo Portal e entre nas discussões! Quanto mais pessoas estiverem nessa luta, melhor será para o futuro das meninas e dos meninos de nosso país.

 

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