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28
2009

Muito Tempo na Web

Oi pessoal, tudo bem?

Já se policiaram com relação ao tempo gasto na internet? Pois bem se você está passando muito tempo enviando mensagens, checando os emails e jogando games pela web – pode não ser um bom sinal.
 
Segundo o “American Journal of Psychiatry”, mais que um vício, o uso exagerado pode desencadear um distúrbio mental que deve ser tratado como doença pela psiquiatria.    

Para Jerald Block, psiquiatra da Universidade de Ciências e Saúde Oregon, em Portland, os sintomas incluem a obrigação de sempre procurar equipamentos e softwares que viabilizem um melhor desempenho da máquina, além de passar horas e mais horas on-line. Existem casos de pessoas que passam dias.

Existem singularidades dos “viciados” que devido ao grande tempo navegando acabam esquecendo de comer e dormir, nos casos mais críticos. O isolamento social também é outra característica dessas pessoas.

Na Coréia do Sul, onde ocorreu uma série de dez mortes em lan houses, as vítimas tiveram problemas cardiorrespiratórios – ao menos em sete das dez mortes as vítimas estavam participando de jogos on-line. O vício em internet se tornou um problema de saúde pública no país: o governo estima que 210 mil crianças o número de pessoas entre 6 e 19 anos que sofrem do problema e necessitam acompanhamento psiquiátrico.  

A internet é extremamente sedutora e é claro importante para o desenvolvimento humano, no entanto, deve ser utilizada com moderação como todas as outras atividades. Outro ponto a ser ressaltado é o alerta para que os pais e professores acompanhem o comportamento das crianças que são alvo fácil da grande teia de conteúdos.

Bom final de semana!!

Forte Abraço,
Edu

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27
2009

Crise nas relações familiares: um panorama provocado pela inserção dos recursos tecnológicos contemporâneos?

Saudações!

Espero que estejam todos bem e com muita saúde!

Queria trazer para discussão um fenômeno que tem me chamado muito a atenção: a crise de poder e autoridade na família atual.

Citando Alvin Toffler, que utilizou a metáfora de ondas para identificar três grandes mudanças em nossa sociedade, vivemos o momento da terceira onda: a do conhecimento, considerado como principal recurso econômico onde a riqueza construída pela sociedade é fruto desse conhecimento. (Só para constar as outras duas ondas foram, sendo Toffler, a sociedade agrícola e a era industrial).
No contexto histórico de primeira e segunda onda, os pais eram autoridades absolutas. Sustentavam suas famílias financeira, psicológica e emocionalmente falando. Eram exemplos a serem seguidos, fonte “inesgotável” de vivências, experiências e conhecimento, mesmo que empiricamente. Os pais eram referencias para TUDO.

Com a terceira onda, que trouxe os recursos tecnológicos na sua “rabeira”, potencializando a sociabilização e produção desse conhecimento, este panorama mudou… Os pais continuam sendo exemplos, fontes de vivências e experiências, mas não mais para tudo… Compartilham este papel de referência com seus filhos… Enquanto os pais detêm o domínio sobre questões financeiras, psicológicas e (teoricamente) formativas, os filhos detém o domínio sobre as questões de tecnologia…
Enquanto, antigamente, o jogo era 3×0 para os pais, hoje temos minimamente um 2×1 ou ainda um empate técnico  em 1×1…
Assim sendo, muitas famílias enfrentam uma crise de autoridade, onde os filhos se recusam a enxergar os pais como autoridades, vendo-os num “processo de parceria”…

Em alguns casos, por mais que os pais tentem, não conseguem atingir o conhecimento tecnológico que possa ser considerado superior aos dos filhos… Desconhecem que os filhos possuem uma identidade virtual… Não conseguem orientar o uso ético e responsável dos recursos tecnológicos… Ficam, muitas vezes, a mercê dos filhos para realizarem pequenas tarefas mediadas pela tecnologia…

(Esta realidade é da minha cabeça ou você também ter percebido tal movimentação na sua casa, com seus amigos, nos seus grupos sociais?)

Vale a pena reforçar aos pais e educadores que, independentemente do grau de conhecimento que seus filhos e alunos tenham sobre tecnologia, a função de orientação CONTINUA sendo dos pais e professores. Em especial dos pais.
O fato dos filhos terem sido promovidos de “auxiliares de assuntos aleatórios” para “consultores tecnológicos” não os faz deixar de serem filhos, de serem crianças, de serem adolescentes que necessitam de amor, convivência e formação!
 
Espero sua contribuição, contando como e se você tem visto esta situação por ai! E para você, a quarta onda será a da sociedade da tecnologia?

Um abraço,

;o)

Dani

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ago
26
2009

Relacionamentos: das velhas máquinas aos computadores, todo cuidado é pouco

Os modernos, moderninhos e “modernosos” que me perdoem, mas sou da época da velha e boa máquina de escrever. Daquelas Remington e Olivetti que a gente teclava com fúria, mesmo faltando algumas peças. Acho que os dedos dos datilógrafos, de tão acostumados a lutar com materiais de ferro, acabavam por ganhar uma resistência toda especial. Mas não vim aqui para falar de passado ou peças de museu – ainda que, até a dois anos, eu guardasse no armário da minha casa uma máquina de datilografia completamente reformada, nova em folha, que acabei doando. Mas quem será o alienígena que a herdou???

    
Bem, o fato é que tenho de admitir que nenhuma máquina de escrever, mesmo aquelas que conseguiam apagar a tinta, conseguem competir com os benefícios do computador. Por outro lado, os resultados extraídos dessa moderna tecnologia dependem imensamente do grau de informação e conhecimento do usuário, de sua visão de mundo e de sua formação familiar e escolar desde a infância. Como tudo na vida…

 
 Vejam o exemplo das redes sociais da Internet. No Brasil, elas reúnem 29 milhões de usuários por mês, ou seja, nada menos que oito em cada dez pessoas conectadas. Mas o tipo de utilização ainda está mais para paqueras e bate-papos informais do que para estudos, ganhos de experiência e construção de uma realidade melhor para todos. Recentemente uma pesquisa do Ministério da Saúde revelou que 7,3% dos adultos com acesso à internet já fizeram sexo com alguém que conheceram na web e mal tinham contato no mundo real. Qual o problema? A gente sabe o quanto ferve o sangue do brasileiro e como ele gosta de correr riscos desnecessários! Sabemos, também, que os brasileiros já dominam o Orkut e, agora, avançam rapidamente sobre o Twitter e o Facebook. A audiência do primeiro quintuplicou neste ano e a do segundo dobrou. Juntos, esses dois sites foram visitados por seis milhões de usuários em maio, um quarto da audiência do Orkut.

 
Tudo bem: ainda que priorizemos os sites de relacionamentos, qual o impacto deles no campo da convivência saudável e promissora? Essa comunicação on-line consegue suprir as necessidades afetivas mais profundas? A Internet tornou-se um ponto de encontro tão vasto quanto superficial, praticamente anulando a necessária intimidade e o necessário tempo para a criação de laços efetivos. E correr em demasia, quando se trata de elos, faz piscar a luzinha vermelha!

 
Os sites de relacionamento podem ser úteis, sim, sem sombra de dúvida, para manter amizades separadas pela distância ou pelos anos e para unir pessoas com interesses comuns. Exemplo disso foi o uso do Twitter por iranianos para denunciar, em mensagens curtas e tempo real, a violência contra os manifestantes que reclamavam de fraudes nas eleições presidenciais. Em excesso, porém, provocam efeito contrário, segundo psicólogos e sociólogos: as pessoas acabam por se isolar e tornam-se dependentes de um mundo de faz-de-conta, em que só se sentem à vontade para interagir com os outros se protegidas pelo véu da impessoalidade.

 
O sociólogo americano Robert Weiss escreveu, na década de 70, que existem dois tipos de solidão: a emocional e a social. Segundo Weiss, “a solidão emocional é o sentimento de vazio e inquietação causada pela falta de relacionamentos profundos, enquanto a solidão social é o sentimento de tédio e marginalidade resultante da falta de amizades ou de um sentimento de pertencer a uma comunidade”. Vários estudos têm reforçado a tese de que os sites de relacionamentos diminuem a solidão social, mas aumentam significativamente a solidão emocional.

É como se os participantes dessas páginas da Internet estivessem sempre rodeados de gente, mas não pudessem contar com alguém no caso de uma relação mais próxima. A associação entre a sensação de isolamento e o uso compulsivo de comunidades virtuais foi observada em pesquisas com jovens na Índia, na Turquia, na Itália e nos Estados Unidos. E na Austrália, ainda, um estudo da Universidade de Sydney com idosos mostrou que aqueles que usam a Internet principalmente como uma ferramenta de comunicação tinham um nível menor de solidão social. Já os entrevistados que preferiam usar os computadores para fazer amigos apresentaram um alto grau de solidão emocional.

 
Diferentemente do e-mail, sites como Orkut, Facebook e Twitter, por sua instantaneidade, criaram um novo tipo de ansiedade: a de ficar sempre plugado para evitar a impressão de que se está perdendo algo. Lev Grossman, colunista de tecnologia da revista americana Time, decidiu cancelar sua conta no Twitter porque percebeu que estava ficando mais interessado na vida alheia do que na própria. Além disso, a própria Biologia – através de estudo do conceituado antropólogo inglês Robin Dunbar, especialista em Psicologia Evolutiva –, determina que o número máximo de pessoas com quem cada um de nós consegue manter uma relação social estável é, em média, de 150. Então, quem mergulhar de cabeça nessa onda de relacionamentos apenas virtuais, vai acabar morrendo na praia.
 

Este post é uma colaboração da Sheila Dunaevits, Coordenadora de Comunicação do REDE CDI no Brasil.

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24
2009

Internet e as Novas Tecnologias

A Internet surgiu oficialmente nos anos 90 e de lá para cá cresceu em grande escala. A  rede mundial fez surgir novas áreas do conhecimento e, por conseqüência, gerou novos empregos baseados em especialidades até então inexistentes. Além disso, permite a criação de novas aplicações e tecnologias que  facilitam a vida das pessoas.

Esse é o caso da tecnologia VoIP, ou Voz sobre  protocolo Internet (IP), que possibilita fazer ligações pela internet. Neste caso, chamadas interurbanas passam a ser cobradas como locais porque trafegam como emails sem estar sujeitas a tarifas telefônicas tradicionais que encarecem a ligação à distância.   A qualidade das ligações pode ser muito similar a da telefonia fixa convencional. O funcionamento é simples e oferece duas opções ao usuário – ele pode  fazer s ligações através de um software que é facilmente instalado no computador ou utilizar um adaptador  ligado ao aparelho telefônico. Também já existem no mercado  aparelhos de telefone IP que ligados à conexão banda larga, funcionam como telefones comuns para receber e fazer ligações usando a internet. 

Para saber mais sobre a tecnologia acesse: http://www.falevono.com.br/

Além de aplicações que geram economia, a internet oferece ferramentas que permitem poupar um dos recursos mais valiosos da atualidade – o tempo.

Até alguns anos atrás, a única forma de comprar ingressos para o cinema ou teatro era enfrentando filas. Hoje, é possível fazer a transação  sem sair do conforto de nossa casa dando apenas um clique. Depois é só chegar no horário da sessão e curtir o espetáculo. Nas companhias aéreas, cresce cada vez mais o uso da compra de passagens via internet e do check in online. Ou seja, fila em guichê só para despachar a bagagem e olhe lá.

Forte Abraço,
Edu

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21
2009

Novidades na Rede

Oi pessoal, tudo bem?

Hoje vou compartilhar com vocês mais uma novidade – é o lançamento de uma nova rede social que possibilita intercâmbios diferenciados na web. Agora os fissurados em literatura, poesias e músicas têm a possibilidade de trocar informações sobre experiências literárias e culturais no Enjoy My Books que em bom português significa algo como “curta meu livros”.

A novidade criada por brasileiros permite aos usuários colocarem trechos de textos literários, canções, poesias, além de participar de grupos.
 

Como podemos perceber pelo nome do serviço, Enjoy My Books tem um formato “americanizado”. Segundo Luiz Chinan, diretor do serviço, o idioma não impediu o crescimento inicial do Orkut e do Twitter no Brasil, por isso foi decidido escolher a língua inglesa que é universal na internet.  
 

E não para por aí – outras redes sociais já consolidadas estão trabalhando cada vez mais próximas. É o caso do lançamento de um aplicativo programado pelo Facebook que permite interagir com o Twitter.
 

Com o novo serviço, o usuário será capaz de compartilhar atualizações de estado, notícias, fotos, eventos – tudo em completa sincronia com o Twitter.
 

No momento, a ferramenta está disponível para algumas celebridades, e em breve estará aberto a todos.
 

É isso aí, galera. A evolução da internet é intensa e a todo momento mais novidades chegam à rede.
 

Forte Abraço,
Edu

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ago
20
2009

Uma nova tendência: os audiolivros

Olá querido leitor!

Que bom que as coisas parecem estar mais tranqüilas… Volta às aulas, menos casos de H1N1, menos preocupação…
No nosso post de hoje eu abordarei sobre o mundo dos audiolivros que surgem como uma nova tendência de consumo e, porque não, como uma nova atitude de preservação ao meio ambiente!

Práticos e de fácil utilização, os audiolivros são “cópias narradas” das publicações impressas, podendo ser adquiridas tanto em CD quando em MP3 e comercializados por valores que podem ser até  80% mais baratos que os impressos. Além disso, são ecologicamente corretos por não utilizarem à matéria prima dos livros: papel = árvores (muitas árvores)…
São deliciosamente confortáveis e gostosos de ouvir, resgatando aquela vivência da infância quando nossos pais nos contavam histórias antes de dormirmos…

Os audiolivros são uma das muitas novidades que vem por ai na I Bienal do Livro de Curitiba (http://www.bienaldolivrocuritiba.com.br/) que acontecerá a partir do dia 27 de agosto.

Ficou curioso não?
Então, acesse estes sites das editoras para “degustar” umas amostrinhas! Eu utilizei e adorei!!!

www.audiolivro.com.br
www.plugme.com.br
www.nossacultura.com.br
www.bibvirt.futuro.usp.br (audiolivros gratuitos) Obs. O site está em manutenção temporária.

 

Um mega power abraço,
;o)
 

Dani

 

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ago
19
2009

Stop X – Silêncio é conivência

Em novembro do ano passado, o Rio de Janeiro recebeu o III Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. O evento teve 3.158 participantes de 160 países, entre os quais 282 eram adolescentes. Para dar continuidade às discussões do Congresso, foi criado o StopX, uma comunidade virtual em que jovens (e qualquer pessoa) de todo o mundo pode compartilhar e discutir informações importantes a respeito desse problema tão devastador.
 
Como diz na homepage, “StopX é um espaço para jovens que querem lutar contra a exploração sexual de crianças e adolescentes. StopX oferece informações, recursos e mídia sobre exploração sexual, bem como a possibilidade de fazer parte de uma comunidades de ativistas jovens com ideias afins”.

Ou seja, ele é um site colaborativo de ativismo online, que permite a troca de fotos, vídeos e artigos sobre a temática. Essa é uma maneira super interessante de utilizar a internet! E o StopX pode ser lido em português, inglês e espanhol. Para mudar o idioma, é só clicar no menu que fica no canto direito do topo da página.
 
Quem quiser entrar nesse combate pode se cadastrar e receber newsletters com textos dos jovens, informações sobre eventos que os participantes promovem ao redor do mundo e outras novidades. Sempre tem coisas novas no site!
 
 
Até a próxima semana galera!

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ago
17
2009

Novas Histórias em Quadrinhos

Oi pessoal tudo bem?

Hoje vou falar de uma novidade bem bacana que já está disponível no site de Uso Responsável da Internet (www.internetresponsavel.com.br). É o lançamento de cinco novas histórias em quadrinhos: He-man, Em Tempo Real, Inseguro, Perseguição e Mais Respeito.

Esse lançamento é de grande relevância, pois o internauta brasileiro está cada vez mais tempo navegando na internet e com crescimento progressivo. A variação é constatada de forma bimestral com a pesquisa do Ibope Net/Ratings, segundo essa pesquisa no mês de junho o internauta residencial brasileiro navegou uma média de 27 horas e 48 minutos o que representa um aumento de 8,1% que supera o pico de 26 horas e 15 minutos que havia sido registrado em março de 2009. 

Além desse do tempo de navegação outro ponto que coloca a necessidade de ações de conscientização ao acessar a grande rede é a divulgação de uma pesquisa feita pela companhia de segurança de computadores Symantec, que identificou os cem principais termos de buscas realizados entre Fevereiro e Julho por meio do serviço de segurança familiar OnlineFamilyNorton. Essa pesquisa apontou que ‘sexo’ é o quarto termo mais buscado por crianças na internet, além disso, a palavra ‘porn’ está entre as dez mais buscadas.

Diante de uma divulgação como essa é que há necessidade de reforçar a importância do diálogo entre pais e filhos, e ter olhos de águia sempre atentos no que a garotada anda fazendo na internet.

Forte Abraço,
 Edu

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ago
13
2009

Tarefas escolares – parte 2

Em meu post da semana passada, recebi dois comentários bem interessantes e pertinentes. Ao invés de responder somente aos que contribuíram, compartilho com vocês:

http://www.postdobem.com.br/?p=1017#comments

O fato de nossos filhos serem nativos do mundo virtual ou emigrantes como diz a Silvana não garante com que a tecnologia seja aplicada à educação ou que traga melhorias ao seu aprendizado.
Esta função de mediar tecnologia e educação em prol de um aprendizado efetivo e eficaz é dos professores e dos pais.
Logo, o fato dos alunos navegarem com os olhos fechados não garantirá que tais atividades escolares virtuais nascidas por força da gripe sejam bem sucedidas.
É como a Silvana menciona, a educação à distância que utiliza ferramentas virtuais precisa de MEDIAÇÃO! E esta mediação deve ser do professor.
E a aquisição desta habilidade por parte do professor e também do pai exige tempo, preparo, estudo, VIVÊNCIA em tecnologia, CONVIVÊNCIA com os meios virtuais… Não é neste “fórceps” de gripe que vai aparecer como em um passe de mágicas…
Logo, continuo questionando a validade de tais tarefas!

Outro ponto bacana levantado pelo Sergio é que apesar de “doutores em tecnologia”, nossos filhos detestam realizar atividades escolares, estudo e pesquisa pela web. Web é sinônimo de interação e diversão.

É certo que o ponto de vista dos nossos rebentos é limitado. Porém, eles precisam ser ensinados a olhar o outro lado da moeda: como os recursos tecnológicos são úteis na ampliação do conhecimento. Têm que ser motivados, estimulados e com metodologias que os permitam sentir PRAZER neste estudo e descoberta… Não neste modus operandis “goelas abaixo”.
Repito o que disse anteriormente, que esta crítica não generaliza as ações e projetos das escolas. Felizmente algumas trabalham de modo correto e estão tirando estas “semi-férias” de letra…
De qualquer modo, penso que este episódio pode servir de alerta para que um bom trabalho seja iniciado e continuado, pós gripe…

Um abraço,

;o)
Dani

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ago
12
2009

Jogos na internet

Durante a Feira de Jogos Online GCO, no final de julho, a Associação Alemã da Indústria das Telecomunicações (Bitkom) divulgou um estudo constatando que mais de dez milhões de pessoas jogam todos os dias na internet. Esse “mercado” cresce em torno de 15% a mais, por ano, do que o de videogames e jogos offline de computador.
 
A tendência de que cada vez mais os jovens joguem na internet pode estar relacionada ao fato de os jogos online serem mais dinâmicos e interativos. Na rede, o “adversário” muitas vezes não é uma máquina, mas outra pessoa de qualquer lugar do mundo. Isso estimula inclusive a troca de ideias e informações entre diferentes realidades.
 
Para as crianças, esse é um exercício muito interessante! A criança brinca para descobrir o mundo. Através das brincadeiras, ela explora sentimentos, experimenta ações e, com isso, também vai aprendendo. Os jogos na internet podem funcionar muito bem nesse sentido. Mas é preciso, claro, prestar atenção, porque nem todos os jogos são educativos. Há várias pesquisas mostrando que jogos violentos, por exemplo, prejudicam o desenvolvimento, e acabam influenciando negativamente na vida dos garotos e das garotas. 
  
Vamos lançar um desafio: construir uma lista com bons sites de jogos educativos, que podem ser indicados para a galerinha. Mas pra isso precisamos da colaboração de todos! Que sites você conhece? Envie um comentário com os endereços, e nos próximos posts publicamos aqui.
  
Abraços! Até a próxima semana!

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