nov
30
2009

Os Golpes mais praticados na rede no período natalino

Oi pessoal, tudo bem?

Foi divulgado hoje pela empresa de segurança McAfee, uma lista dos golpes mais praticados nas proximidades do Natal. Nesse período, criminosos oportunistas aproveitam para colocar em circulação vários vírus e de quebra agir criminalmente. Confira abaixo seis dos 12 golpes mais comuns da lista e as dicas de como se proteger.

1: Phishing Beneficentes
Durante as festividades natalinas, crackers se aproveitam da generosidade das pessoas, enviando e-mails que parecem vir de organizações beneficentes legítimas. Na verdade, são sites falsos criados para roubar dinheiro, informações de cartão de crédito e identidades dos doadores.

2: Faturas falsas
Os cibercriminosos enviam, por e-mail, faturas e avisos de entrega falsos que simulam cobrança de serviços de comércio eletrônico conhecidos, como Submarino e Americanas, por exemplo.  As mensagens podem trazer informações sobre uma suposta compra e dados para pagamento de boletos bancários ou solicitar informações de cartões de crédito para reembolso na conta (informando uma devolução) e dados adicionais para receber uma determinada encomenda. Caso a pessoa siga as instruções, suas informações são roubadas ou programas mal-intencionados são instalados automaticamente em seus computadores.

3: Redes sociais
As redes sociais são ótimas aliadas para envio de mensagens e convites para encontros de confraternização. Sabendo disso, os criminosos virtuais enviam convites falsos solicitando ao destinatário ingressar em uma nova rede social. Só que os links costumam levar a sites de phishing que instalam automaticamente programas mal-intencionados nos computadores e permitem o roubo de informações pessoais.

4: Cartões de Natal virtuais
Anexos de e-mail com apresentações PowerPoint com temas natalinos também são muito usados pelos criminosos virtuais. No Natal de 2008, os laboratórios da McAfee descobriram um worm disfarçado de cartões virtuais da Hallmark e de promoções de Natal do McDonald’s e da Coca-Cola.

5: Ofertas tentadoras
Uma nova campanha de Natal leva os compradores a sites cheios de malware que oferecem presentes de luxo “com desconto” das marcas Cartier, Gucci e Tag Heuer.  Até mesmo os logotipos da Better Business Bureau são falsificados para induzir os internautas a comprar os produtos.

6: Computadores compartilhados/públicos
Ao comprar ou navegar em pontos de acesso abertos, os crackers podem espionar a atividade e tentar roubar informações pessoais. A McAfee orienta os usuários a nunca fazer compras pela Internet usando computadores públicos ou redes Wi-Fi abertas.

Cinco dicas para proteger seu PC e seus dados pessoais:
1: Nunca clique em links de e-mails
2: Use um software de segurança atualizado
3: Faça compras e transações bancárias em redes seguras
4: Use senhas diferentes
5: Use o bom senso

Na próxima semana, vocês vão conferir os outros seis crimes da lista. Fiquem ligados para não cair no conto do Papai Noel, HOHOHO.

Um Abraço,
Edu

Fonte: PC World

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nov
26
2009

Marco Civil da Internet brasileira e Paz na rede

Saudações!

Tanto temos falado em uso ético dos recursos tecnológicos contemporâneos e eis que surgem dois movimentos super bacanas!
Um, nem tão recente assim, intitula-se “O marco civil da internet”. Lançado no finalzinho de outubro, a formulação se dará em 2 fases, sendo a primeira um momento de discussão de um texto-base produzido pelo Ministério da Justiça, e em cada parágrafo os usuários do portal www.culturadigital.br podem inserir comentários e avaliar os postados por outras pessoas. No segundo o debate ocorrerá em torno da minuta de anteprojeto de lei.
É uma oportunidade ímpar para discutirmos princípios e diretrizes para o bom uso da rede, direitos e deveres de provedores e usuários, liberdade de expressão, privacidade e outros aspectos legais. Não perca a chance de “botar a boca no trombone”.

Confesso que o processo de inscrição pelo site www.culturadigital.br/marcocivil é moroso. Você se cadastra. Aí recebe um email para confirmar. Então tem que aguardar um novo email com seu login e senha para então começar a interagir.

E apesar da relevância do tema, hoje dei uma olhadinha lá e os integrantes ainda não haviam passado dos 3000.

3000 internautas discutindo por milhares… Depois não dá pra reclamar! Quem não opinar agora, vai ter que se contentar com o que conseguirmos!

Outro projeto super empolgante é o projeto “Paz na rede”. Uma campanha mundial que pretende candidatar a internet ao Prêmio Nobel da Paz de 2010.  Para participar, basta assinar um documento disponível no site www.internetforpeace.org”.

O manifesto defende a idéia que a Internet não é uma rede de computadores mas sim de pessoas, onde há hospitalidade, escuta, troca e compartilhamento promovendo um olhar sobre o “outro”, sendo um antídoto contra o ódio e o conflito, sendo um instrumento de paz.

Veja que vídeo bacana:
http://www.youtube.com/watch?v=OrwQGBsuIh4*

Apesar de saber que a Internet, infelizmente, não é só isto, penso que é uma oportunidade para a sociedade enxergar a web. Que comecemos pelo seu potencial construtivo, seu lado luz para podermos, conseqüentemente, visualizar e combater o seu lado sombra.

Neste momento, acho que ainda vale o dito popular: “Falem bem, falem mau, mas falem de mim”. Precisamos muito ampliar a nossa discussão e tentar nos anteciparmos aos problemas…

Ainda reforço o convite para o nosso grupo de estudo e debate! Prometo que começo só em 2010 e deixo todos curtirem suas festas de final de ano e férias bem sossegadinhos! Kkkk

No mais, um beijão e até quinta-feira que vem!

Dani

Tradução do manifesto
“Finalmente compreendemos que a Internet não é uma rede de computadores, mas um infinito entrelace de pessoas. Homens e mulheres, de todas as latitudes, conectados entre si por meio da maior plataforma de relações que a humanidade já conheceu.A cultura digital criou os fundamentos para uma nova civilização. E essa civilização está construindo a dialética, o confronto e a solidariedade por meio da comunicação.
Porque, desde sempre, a democracia germina onde há hospitalidade, escuta, troca e compartilhamento. E, desde sempre, o encontro com o “outro” é o antídoto mais eficaz contra o ódio e o conflito. É por isso que a Internet é um instrumento de paz. É por isso que cada um de nós, dentro da rede, pode ser uma semente de não-violência. É por isso que a Rede merece o próximo Prêmio Nobel para a paz. Que será um Nobel dado também a cada um de nós”

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nov
25
2009

Racismo na Internet

Uma semana depois do Dia Nacional da Consciência Negra, a Justiça Federal em Belo Horizonte recebeu uma denúncia do Ministério Público Federal (MPF) e aplicou ação penal a um estudante de direito por crime de racismo.

O réu utilizava a web para difundir o crime de ódio racial contra os negros. No endereço eletrônico do estudante, foram encontrados vídeos com cenas de extrema violência, além de músicas com conteúdo de agressão à raça negra.

O crime foi rastreado pela ONG Safernet Brasil. No decorrer das investigações, foi constatado que o número de IP utilizado para postagem do material pertencia a um provedor de BH. As informações fornecidas pela Polícia Federal apontaram ainda a existência de outras publicações de conteúdo nazista, altamente preconceituoso e racista, com a mesma autoria.

A web oferece vários mecanismos de disseminação de ideais, o que vale nesse momento é o bom senso e respeito ao próximo. Lembre-se que internet não é uma terra de ninguém.

É importante combater e repudiar atitudes agressivas como essa. Para isso, a disseminação de valores relacionados à defesa dos direitos humanos é fundamental e pode ser feita a partir da sua rede de amigos com a ajuda da web, ganhando grandes proporções.

Forte Abraço,
Edu

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nov
24
2009

Você roubaria dados corporativos?

Caro Leitor,
 
Uma recente pesquisa aponta um entre quatro trabalhadores de escritório roubaria dados da companhia se soubesse que isso ajudaria um amigo ou parente a manter um emprego, segundo estudo da Cyber-Ark Software.
O estudo da empresa também revelou que quatro em cada dez trabalhadores já pegaram dados da companhia, e que o meio preferido de transportar informações é por meio de memória flash USB, o famoso Pen Drive.

A Cyber-Ark também disse que 26% dos que responderam à pesquisa roubariam dados se fossem despedidos, enquanto 24% pegariam informações se ouvissem rumores de que o emprego está em risco. Dos que admitem que roubariam dados, 28% usariam as informações para negociar uma nova posição.

Quase um quarto dos entrevistados disse que roubariam detalhes de contatos de consumidores, enquanto 11% pegariam senhas.

“Não há desculpa para os trabalhadores que estão dispostos a comprometer a sua ética para salvar o trabalho, mas grande parte da responsabilidade de proteger dados de clientes é do empregador”, disse o vice-presidente de produtos e estratégia da Cyber-Ark, Adam Bosnian.

“As organizações devem se preocupar em fazer melhorias no modo como monitoram e controlam acesso a banco de dados, redes e sistemas – mesmo aquelas onde só usuários privilegiados têm acesso.“
A pesquisa acima aponta para uma crescente preocupação das empresas, que está alinhada com o tema que tratamos aqui em nosso Blog, que é o Uso Responsável da Internet, seja individual ou coletivamente, especialmente quando falamos do mundo do trabalho.

Assim, não é por acaso que cada vez mais empresas optem pela implementação dos chamados “terminais burros” ou de forma mais polida os “thin-clients’, que nada mais são do que computadores sem disco rígido ou entrada para dispositivos móveis, que apenas processam informações no servidor corporativo. Isso sem falar nas inúmeras restrições de acesso a uma infinidade de programas e dispositivos, como os comunicadores instantâneos, sites de vídeos, etc.
 
E vocês, o que pensam do tema? Já vivenciaram situações assim no dia-a-dia de vocês? Como poderíamos resolver esta equação?
Deixem aqui suas sugestões e vamos debater.

Abs e até a próxima semana,
Edgard

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nov
23
2009

Happy slapping

No primeiro dia do Fórum sobre Pedofilia e Pornografia Infanto-juvenil na Internet, que aconteceu entre 19 e 20 de novembro, no Auditório da OAB/PR, em Curitiba, foram discutidos vários pontos sobre a segurança e o bom uso da rede.

Entre as falas, o delegado do Núcleo de Combate aos Cibercrimes (Nuciber) da Polícia Civil do Paraná, Demétrius Gonzaga de Oliveira, chamou atenção para uma prática que vem aumentando entre os jovens: o happy slapping.

Vocês sabem o que é? Talvez já tenham ouvido falar, ou já viram alguma coisa na internet.

O happy slapping (traduzindo: “surra divertida”) surgiu no Reino Unido, em 2004. Trata-se de casos em que uma agressão é filmada, muitas vezes por câmeras de celulares, e publicada na rede. Algumas autoridades políticas e críticos de mídia acusam os programas de televisão Jackass e Dirty Sanchez de terem inspirado os jovens a filmar ações violentas nesse estilo.

O delegado do Nuciber ressaltou que o happy slapping é crime e tem penalidades para os autores. Divertir-se com o sofrimento do outro compreende um desrespeito humano.

É preciso ficar atento com esse tipo de prática e com os materiais que ele gera. A internet é um meio importante para facilitar a comunicação e também para o conhecimento, mas devemos filtrar que conteúdos são de fato seguros e educativos.

Na próxima sexta, vamos postar um balanço das discussões do Fórum… Até lá!

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nov
19
2009

Tecnoética

Saudações!

Estou desenvolvendo um material didático sobre Ética. Confesso que o tema é apaixonante além de ter uma sinergia muito grande com meu outro grande amor: a tecnologia…
Ética  é uma palavra derivada do grego ethos  que quer dizer: caráter ou modo de ser de uma pessoa. Pode ser entendida como os valores morais e princípios de norteiam a conduta de um determinado grupo social. Também poderíamos afirmar, que o conceito de ética se aproxima muito de uma simples idéia: fazer o bem e não fazer o mau.
Parece simples não?
Mas não é… Comecemos pensando que cada grupo social tem o seu código de ética. No Brasil as mulheres são (supostamente) livres para vestirem o que quiserem. Em outros países, há a burca, o sari, os véus e por ai afora… E quem está certo? Nós ou eles?
Logo, percebemos como o conceito e entendimento da ética são complexos e profundos.
 
Dada esta complexidade, a ética se “ramificou”… Temos a bioética, a ética do esporte, a ética da política, a ética dos professores, a ética médica, a ética do direito e por ai afora… Só não encontrei informações abundantes sobre a tecnoética… Ou uma ramificação que trate especificamente do uso ético das tecnologias contemporâneas!
 
Lamentável, mas desafiador… Lamentável, considero este olhar ético fundamental por parte da sociedade como um todo, mas desafiador porque me parece uma oportunidade. Um convite…
 
Há tanto que se discutir sobre a temática “Tecnoética”… Exemplos: Toda a informação deve ser toda socializada? O MP3 é ético? E como fica a questão da remuneração do cantor? E o cyberbulling? E o direito a privacidade? A ética hacker é válida? O que é real no mundo virtual? O que é virtual no mundo real? O que é ético no mundo virtual também o é no real?
 
Enfim, eu poderia ficar escrevendo longas páginas sobre questões para discussão… Há muito pano para manga!
 
Mas sozinha não tem graça! Quem se habilita a formar um grupo de estudo comigo para irmos discutindo e registrando estas questões, nos balizando pelos parâmetros éticos?
Fica o convite! Poderíamos nos reunir uma vez por semana, ou a cada quinze dias.
Pense no assunto, replique para seus contatos e me avisem: dani@daniellelourenco.com.br
 
Um abração,
Dani

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nov
18
2009

Lápis, papel e tecnologias

Ol@,

Seguindo nosso post anterior, precisamos estimular o uso consciente das TIC integradas à educação e isto é um grande desafio. Como é mesmo que se aprende a ler?? Como aprendemos a pesquisar uma informação? Será que eu vejo a lousa e a sala de aula como meus pais viam? O que os novos alunos acham das provas e da biblioteca?

Nosso sistema de escrita analógica é linear, ou seja, os adultos de hoje foram crianças alfabetizadas em um processo de decodificação de símbolos da esquerda para a direita, enquanto hoje interagimos com um universo digital em que a convergência das mídias ocorre através de uma sequência de associações de informações e conexões simultâneas, o que nos demanda habilidades de leituras rápidas e analiticas em que apenas decodificar não é + suficiente para esta leitura de mundo. Fora da escola temos muitas informações disponíveis e novas interações com nossos professores e amigos.

Para romper com a visão da educação “decoreba” precisamos unir forças e definir novas políticas capazes de possibilitar a alunos e professores um processo de aprendizagem inovador e que se adapte de forma mais rápida às tecnologias, não apenas usando equipamentos, mas ampliando a visão para entender a dinâmica global das relações sociais no mundo de hoje. Não podemos mais nos limitar a uma educação pautada apenas no lápis e caderno, enquanto uma imensa rede de cibercultura está presente em todas as esferas sociais. Os alunos podem e devem sugerir novas formas de usar os equipamentos em aula, bem como o próprio lápis e papel para estabelecer um esforço nas escolas sem que o educador deixe de ser a referência como mediador e mestre para ensinar a aprender e ensinar as regras para uma formação ética e cidadã para a vida “online” e “offline”.

No link abaixo vocês tem acesso ao mapa mental de cibercultura. Navegassem pelo mapa e façam uma reflexão com as atividades estabelecidas na sala de aula da sua escola. Aproveite e verifique o que consegue reconhecer e, do que sente mais falta?

http://educaticfip.files.wordpress.com/2009/04/mapa-mental-de-cibercultura_alex-primo.jpg

Abraços,

Amaleide
SaferNet Brasil

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nov
17
2009

Sejam Bem-vindos ao Jornalismo Cidadão

Caros Leitores,
 
O maior site de compartilhamento de vídeos do mundo, o YouTube, acaba de lançar um serviço denominado YouTube Direct, que tem o objetivo de incentivar  o jornalismo cidadão.
 
Segundo matéria publicada no diário El País da Espanha, por meio do novo canal, os editores de emissoras de televisão online ou de conteúdo audiovisual poderão ter acesso  facilitado aos vídeos produzidos pelos usuários.

Por enquanto, não há intenção de cobrar pelo serviço. O objetivo, diz o YouTube,  é fazer com que o  trabalho do internauta seja reconhecido pelas empresas jornalísticas.

O portal considera que em muitas ocasiões, como catástrofes da natureza ou outros tipos de acidentes, os cidadãos que vivem na área atingida conseguem obter as imagens bem antes da chegada dos repórteres. Por essa razão,  as gravações têm um alto valor testemunhal e podem despertar a atenção dos veículos de comunicação.

Havendo interesse de um meio de comunicação por determinado vídeo, a empresa deve se conectar com o autor  do material para pedir autorização e mais informações sobre o material. O YouTube entende que a abertura desta mídia amplia a visibilidade dos vídeos de caráter informativo, que antes acabavam escondidos na avalanche de arquivos que o site recebe, considerando que a cada minuto, são inseridos 20 horas de vídeos.
 
Portanto, tanto anônimos quanto celebridades precisam ter cuidado, pois o YouTube está facilitando ainda mais para que qualquer pessoa com uma câmera transforme o seu comportamento –seja mundano ou sensacional– em notícia.

Esta é mais uma prova do poder da internet, que amplia exponencialmente a capacidade de gerar e veicular notícias em tempo real, mudando dramaticamente a forma de interação social. É preciso assim, mais do que nunca, darmos a devida atenção a esta nova dinâmica social, que alterará para sempre a forma pela qual desenvolveremos nossas relações pessoais e profissionais.

E você, o que acha deste movimento? Já postou algum vídeo hoje?

http://www.youtube.com/direct
Abs,
Edgard

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nov
16
2009

Voluntários em ação

Os voluntários da WEB do Bem, grupo formado por colaboradores da GVT que atuam como multiplicadores da campanha pelo Uso Responsável da Internet, estiveram em sete escolas da rede pública municipal de Curitiba no sábado (14/11). As escolas atendidas foram Bento Mossurunga, Olívio Soares Sabóia, Michel Khury, Miracy, CAIC bairro Novo, Maria Neide e America.

O grupo que conta com 35 voluntários já levou a mensagem da campanha a 42 escolas desde março deste ano. Os voluntários dão orientação a pais, alunos e professores sobre as oportunidades e perigos da rede. As apresentações envolvem exibição de vídeos educativos, reportagens, leitura de histórias em quadrinhos e interação com a platéia que é estimulada a perguntar e relatar experiência de navegação na Internet.

A iniciativa já beneficiou mais de 1.000 pessoas e tem aprovação de 98% dos participantes que respondem uma avaliação ao final da apresentação.

“A conversa repassou conteúdos importantes para minha vida pessoal e profissional, pois o uso da internet faz parte do meu dia-a-dia. As informações obtidas aqui foram bem úteis e socializá-las é fundamental. Todas as pessoas que acessam Internet deveriam participar de discussões como essa, para sua segurança e de sua família (Elisabeth – Professora)”

Em 2010 a previsão é de expansão do grupo de voluntários para novas cidades de atuação da GVT.

Forte Abraço,
Edu

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nov
13
2009

Fórum discute pedofilia e pornografia infanto-juvenil na internet

A pedofilia e a pornografia infanto-juvenil são termos distintos, mas constantemente confundidos e associados. A definição atual de pornografia infanto-juvenil foi elaborada no Congresso Mundial contra a Exploração Sexual Comercial, realizado em Estocolmo, no ano de 1996. Segundo ela, trata-se de “qualquer material de áudio ou visual que use crianças num contexto sexual. Consiste na exibição de uma criança em conduta sexual explicita real ou simulada, ou a exibição de seus genitais com a finalidade de obter gratificação sexual ao usuário, e envolve a produção, distribuição e uso de material”.

A pedofilia, por sua vez, trata-se de um distúrbio que atinge aproximadamente 1% da população mundial e caracteriza-se pela atração sexual de adultos por crianças. Ele pode ou não se materializar em abuso sexual, resultando em crimes como estupro, atentado violento ao pudor, sedução, corrupção de menores e exploração sexual. No entanto, é preciso entender que nem todo abusador é pedófilo, e nem todo pedófilo necessariamente comete abuso sexual contra crianças e adolescentes.

A fim de esclarecer as dúvidas e as particularidades dos dois termos, bem como discutir estratégias de segurança contra a problemática na internet, a Comissão da Criança e do Adolescente da OAB/PR, em parceria com os Conselhos Regionais de Psicologia e Serviço Social, vai promover nos dias 19 e 20 de novembro, em Curitiba, o Fórum sobre Pedofilia e Pornografia Infanto-Juvenil na Internet.

O evento contará com a participação de profissionais que trabalham para coibir a pedofilia e a pornografia infanto-juvenil no País. Na oportunidade, serão apresentados e debatidos, além dos conceitos, as implicações médicas, psicológicas e jurídicas que envolvem a questão.

As inscrições para o fórum podem ser feitas através do site da OAB-PR até esta sexta-feira, 13 de novembro, e custam R$ 20,00. Neste endereço, também está disponíve a programação do evento.

Participe!

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