mar
31
2010

Xô….Censur@!

Ol@,

Já imaginou o Google ser proibido no país inteiro, ou ser multado por assistir um vídeo no YouTube ou ser preso por se manifestar neste Blog ou em um site de relacionamento?

Parece absurdo, mas isto está acontecendo neste exato momento em países como o Irã, a China e Birmânia. Isso porque em alguns países como os que foram mencionados, existe a censura na Internet. Governos autoritários proíbem as pessoas de se expressarem livremente dentro e fora da Internet. Não podem falar o que pensam e não podem ter a liberdade de navegar pelos sites que gostam para se informar sobre a realidade do mundo.

Pois bem, no Brasil já tivemos um triste e horrível período de censura, antes da Internet – a ditadura militar – que calou e matou muitas pessoas simplesmente por falarem o que pensavam.

Para que isso nunca mais volte a acontecer no Brasil, precisamos fazer valer nossos direitos fundamentais que assegura nossa liberdade de expressão e o direito à privacidade, dentre outros garantidos pelas leis brasileiras.
No entanto, para fazer valer nossos direitos on e off line, precisamos cumprir com nossos deveres. Como sempre dizemos:

“A Internet é aquilo que fazemos dela”

Assim, precisamos respeitar a diversidade, ser cordiais, saber respeitar o direito dos outros ao fazer comentários e posts, respeitar o direito de imagem das pessoas em fotos e vídeos e sempre denunciar quando presenciarmos crimes online.

Por mais que sejam terríveis alguns crimes cometidos pela Internet, como a pornografia infantil e o abuso sexual de crianças; NADA justificaria a aplicação da censura novamente. Proibir não educa e nem previne.

O que precisamos para manter uma Internet livre, aberta e superdinâmica sem qualquer tipo de censura?

- Precisamos de você e de todos os brasileiros comportando-se com respeito, ética e cidadania em cada clique, hoje e sempre.

Boa (e livre) navegação!

Abraços
Equipe SaferNet

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mar
30
2010

Lan house, a porta de entrada para inclusão digital

A maioria dos brasileiros, hoje, acessa a internet por meio de Local Area Networks (LAN), uma tendência que, no início, era vista apenas nas vizinhanças mais abastadas do Brasil e que, agora, se transformou em fenômeno em comunidades mais carentes, onde computadores e conexão banda larga são artigos fora do alcance da população. De acordo com Ronaldo Lemos, diretor do Centro de Tecnologia e Sociedade da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV) no Rio de Janeiro, “as lan-houses são locais de grande socialização e têm ocupado um lugar importante nas favelas”.

Atualmente no país existem mais de 100 mil lan houses, responsáveis por 50% dos acessos à internet. Uma pesquisa publicada em 2008 pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) mostrou que 48% de todos os usuários que acessam a internet no Brasil o fazem em centros públicos de acesso pago, como lan houses. Quando se trata de pessoas das classes mais pobres, D e E, esse número salta para 79% – um aumento de 60% com relação aos 48,08% de usuários em 2006.

Em plena Semana da Inclusão Digital, foi lançado o projeto Sebrae e CDI–Lan (Comitê para Democratização da Informática), idealizado pelas instituições homônimas, que se dedicarão ao desenvolvimento de lan houses e cyber cafés em todo o país.

Os estabelecimentos dedicados ao uso coletivo de computadores respondem por mais de 48% dos acessos feitos à Internet no país. No entanto, os pequenos e microempresários dedicados ao negócio enfrentam problemas como o preconceito – são considerados donos de casas de jogos – e a dificuldade de administrar suas empresas. “As lan houses são um fenômeno espontâneo de microempreendedores que atuam como principal canal de acesso à Internet, criando uma cadeia de valor nas comunidades onde estão”, afirma Marcel Fukayama, o coordenador de operação do projeto.

Ele ressalta a importância social do empreendimento “ajudando esses microempresários afetaremos indiretamente cerca de 25 milhões de brasileiros que têm acesso à Internet e ao mundo digital exclusivamente através de lan houses”.

Abraços,
Equipe CDI

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mar
29
2010

Do online para o off-line

Oi pessoas, tudo bem?

Na última quinta-feira, 25 de março, ocorreu simultaneamente em centenas de cidades do mundo o Twestival que reuniu internautas twiteiros em ambientes “off-line”, termo usado para classificar os ambientes fora de internet. O objetivo é aproximar no mundo real pessoas que já têm relacionamento no ambiente virtual.

Além de aproximar as pessoas, o movimento tem um papel social – angariar recursos para o fundo Concern Worldwide que visa melhorar a educação em regiões de extrema pobreza ao redor do mundo. Uma iniciativa muito bacana que investe diretamente no professor, na escola e obviamente no aluno que ganha à oportunidade de ter acesso a uma educação com mais qualidade. O fundo beneficia mais de 700 mil pessoas em 25 países na região da África, Ásia e Caribe.

Até agora, somando todas as doações realizadas, foram captados mais de 360 mil dólares, o equivalente a cerca de 650 mil reais. Mesmo quem não participou do festival, pode contribuir – basta acessar o site do Twestival (http://twestival.com/). A página traz no menu principal a opção de escolher o idioma – são mais de 50 idiomas disponíveis, caracterizando a iniciativa como um movimento global. Só mesmo a internet para viabilizar uma ação com essa dimensão.

Assista o vídeo da campanha.

Grande Abraço,
Edu

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mar
26
2010

Saudações, galera!

Aproveitando a oportunidade para parabenizar os colegas da SaferNet pelas pesquisas realizadas sobre o comportamento dos jovens e a internet, vamos comentar a notícia publicada no site Direito à Comunicação, que diz respeito ao ciberbullying. Pois é, mais uma vez aí está ele, um assunto comentado em larga escala, e que merece novamente este espaço. A notícia fala sobre um estudo feito pela SaferNet em 2008 com 875 jovens internautas, tendo constado que 38% foram vítimas de ciberbullying e 44% dos amigos “reais” já sofreram esse tipo de violência ao menos uma vez.
 
O bullying virtual ou ciberbullying é mais abrangente do que o que acontece no espaço escolar, por exemplo, pois na forma tradicional a atitude era combatida pelo professor, diretor e outros funcionários da escola que repreendiam o jovem ou grupo responsável pela ação contra o colega atingido. Hoje, o conteúdo postado na internet ganha maior dimensão. Mesmo que logo seja vetado e retirado do ar pode vir a ser reproduzido por outros internautas, causando um transtorno incomensurável à vida da vítima.
 
Para combater esse tipo de crime, vale relembrar que a SaferNet Brasil criou em parceria com o Ministério Público e a polícia federal, um canal virtual de denúncias contra crimes na internet, o site Denuncie. Outra iniciativa que merece aplausos é a rede social netica que promove o uso consciente do mundo virtual, oferecendo ao usuário algumas discussões sobre o assunto. Mais um ponto extremamente importante dessa notícia é que a relação dos pais com os filhos é o fator fundamental para combater tal prática violenta na internet. A abertura para diálogo é o ponto chave da questão para se discutir o bom uso do espaço virtual.
 
É isso aí, gente, o negócio é ficar sempre antenado. Até breve.
 
 
Abraços
Equipe Ciranda

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mar
25
2010

Professores americanos proíbem o uso de notebooks em salas de aula

Saudações!

Ficou surpreso com a chamada do post de hoje?

Sinceramente, apesar de este título sugerir um retrocesso, quando li a matéria, não me espantou em nada.
As escolas americanas, precursoras do uso de tecnologia em sala de aula, incluindo o uso de computadores pessoais, estão proibindo o uso em sala de aula por um motivo muito simples: os “pczinhos” servem muito mais distrair e desfocar o aluno durante as aulas do que para colaborar com seu processo ensino-aprendizagem.
Segundo tais professores, o computador em sala, serve para conversas via MSN, atualizações de ORKUT, Facebook, Twitter and much more…(com exceção de contribuições pedagógicas).

Assim, concordo em número, gênero e grau com eles e repito: entre usar a tecnologia por usar e não usar eu prefiro não utilizar…

Diz-se em inglês: “Time is money”… Eu adaptaria para “Time is learning”. Ou seja, tempo é aprendizado… (ou aprendizado demanda tempo!) Logo, sem computadores o tempo dedicado ao estudo será maior, ao menos, na intenção dos docentes estadunidenses.

Compreenda-me! Não sou contra a tecnologia na escola, que quando bem aplicada é maravilhosa e gera resultados excelentes! Sou contra o uso irresponsável e “meia-boca” que rouba o mais bem precioso que o ser humano dispõe: TEMPO!

E você? O que acha disso? Será que a medida resolverá, efetivamente, o déficit de atenção dos alunos? Será que aumentará a produtividade escolar?

Escreva para mim, temos MUITO pela frente para conversar.

šdani@daniellelourenco.com.br

Abraç@o,
Dani

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mar
24
2010

Ol@,

Aproveitamos para parabenizar a GVT e todos que contribuíram para que a empresa ganhasse o reconhecimento por suas ações no www.internetresponsavel.com.br e aqui neste blog. É muito legal quando as empresas pensam em criar e oferecer tecnologias cada vez mais potentes, mas sem esquecer de cuidar da dimensão humana dos negócios além das cifras.

Esta semana li algumas notícias curiosas:

“Japão cria bebê robô para inspirar mães” (http://bit.ly/9qc0oV )

“Donas de casa abrem mão da leitura para ficar mais tempo na internet”

“TVs 3D chegam 15 de abril no Brasil”

Aqui mesmo já discutimos antes algumas das novas tecnologias que estão por vir, muitas até esquisitas. O que chama atenção é como grande parte delas passa a fazer parte da vida de milhões de pessoas com muita rapidez. A TV 3D já está disponível nos mercados de alguns países, assim como a televisão que emite “cheiros” de acordo com as imagens da tela, bebês robôs nas lojas e as pessoas trocando o passeio de mão dada por namoro virtual.

Como um apaixonado por inovações tecnológicas, acho superlegal a criação de novos aparelhos, mas nunca podemos deixar de levar em consideração as consequências sociais que cada inovação produz. As tecnologias precisam ser um estímulo, um potencializador das coisas boas da vida. Claro que cada um de nós tem a respectiva noção do que é bom para nossa vida, mas para definir isso precisamos pensar criticamente e não apenas aceitar as incansáveis propagandas que querem nos guiar sempre.

Tanto as empresas quanto os consumidores precisam sempre avaliar com cuidado e consciência cada nova tecnologia. As empresas podem ajudar promovendo ações educativas e campanhas de conscientização para o uso ético e seguro. Os consumidores precisam incluir as inovações tecnológicas em suas vidas de forma crítica e  gradativa para que elas sejam adaptadas ao seu cotidiano e não o seu cotidiano adaptado à elas.

Pensar que a violência urbana, a corrupção política generalizada e a ganância sem limites já são bem reais, todo cuidado é pouco para não desistirmos de lutar para construir um mundo  (“de carne e osso”) melhor e mais justo. Como em muitos filmes de ficção, muitas pessoas e empresas acreditam ser suficiente uma vida “virtual” cheia de prazeres simulados para compensar os problemas do cotidiano “analógico”.

Filosofia e ficção à parte, a mensagem é: com ou sem tecnologia, sejamos éticos e conscientes em nossas ações para garantir uma sociedade e um planeta com equilíbrio social e ecológico. Certamente as tecnologias podem ajudar. Depende do uso que faremos delas.

Grande abraço,
Safernet

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mar
23
2010

Todo Mundo Pode Mais na Semana de Inclusão Digital 2010

Todo Mundo Pode Mais. Esse é o tema da 10ª edição da Semana da Inclusão Digital promovida pelo CDI – Comitê para a Democratização da Informática-, www.cdi.org.br, e que mobilizará as pessoas a se tornarem agentes de transformação. Ao estimular cada pessoa a superar desafios e vencer barreiras, baseadas em princípios éticos e de sustentabilidade, a ONG não quer somente comemorar seus 15 anos de existência em que ajudou a transformar vidas por meio da tecnologia, mas agregar mais e mais pessoas a agirem em prol da construção de um mundo melhor, sem exclusão digital e com mais inclusão social.

A Semana da Inclusão Digital acontecerá de 22 a 28 de março e é patrocinada pela DELL Computadores e terá atividades em todo o Brasil e em 10 países em que a organização também atua. A campanha já começou na Inglaterra e ajudou o Chile com Telecentros Móveis nas regiões atingidas pelo terremoto. No Brasil, durante toda a semana, as Regionais do CDI promoverão atividades abertas ao público como coleta de lixo tecnológico, oficinas, debates, acesso gratuito à internet, atividades com a participação das comunidades e exposição sobre o trabalho do CDI durante 15 anos.

A campanha “Todo mundo pode mais” é assinada pela agência Script do Rio e será divulgada ao longo deste ano, identificando novos agentes de transformação – pessoas que superaram desafios e agora têm a oportunidade de compartilhar suas histórias, dizendo como e por que o fizeram e, assim, ajudar outras pessoas a vencerem barreiras semelhantes. O site www.cdi.org.br está se transformando em uma Rede Social, um espaço para que as pessoas contem suas histórias de superação, a partir de experiências vividas em casa, na escola, no trabalho ou na sua comunidade, fazendo um intercâmbio positivo. A proposta é criar um repositório de histórias reais de transformação, mostrando como pequenas atitudes no dia a dia podem ajudar a fazer um mundo melhor.

“Durante 15 anos, criamos uma nova geração de agentes de transformação utilizando a nossa metodologia de ensino. Agora, nossa intenção é que cada cidadão se inspire nesses exemplos e reflita sobre como pode fazer a sua parte para melhorar o mundo. Queremos levar a mais e mais pessoas esse conhecimento que transforma e, assim, multiplicar as ações positivas, esforços e formar parcerias em todos os níveis da sociedade”, explica o empreendedor social Rodrigo Baggio, fundador do CDI.

Abraços, até semana que vem.
Equipe CDI

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mar
22
2010

Empresas do Bem

Oi pessoal, tudo bem?

Hoje trago uma notícia bem interessante publicada pela revista IstoÉ Dinheiro desta semana sobre as Empresas do Bem. A revista destaca as ações sociais de 50 empresas engajadas em assuntos que envolvem sustentabilidade. A GVT ganhou destaque com a campanha pelo Uso Responsável da Internet que envolve ações como a manutenção do Blog do Edu.

A GVT considera que sua missão vai além de comercializar e elevar a qualidade e velocidade da banda larga disponível no Brasil. A empresa promove ações permanentes para orientar as pessoas, especialmente crianças e adolescentes, a usar as novas tecnologias para o Bem com segurança e responsabilidade. Além do blog e do site www.internetresponsavel.com.br, a companhia incentiva seus funcionários a atuar como voluntários e levar a mensagem da campanha a escolas públicas nos fins de semana e à noite de segunda a sexta.

E não para por aí, nesse ano a empresa vai promover em conjunto a ONG Safernet (nossa colaboradora aqui no blog) oficinas sobre o tema em várias cidades brasileiras. Em breve vocês terão notícias sobre as oficinas aqui no post do bem. Também está programado o lançamento do Guia para o Uso Responsável da Internet 3.0. Vale a pena esperar e conferir.

Leia a reportagem na íntegra clicando no link abaixo.

http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/17071_50+EMPRESAS+DO+BEM+1+A+10

Forte Abraço,
Edu

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mar
19
2010

Mais informações para menos riscos

Oi, gente!

Espero que todos estejam se preparando para o final de semana que vem por aí, mas que também tenham se ligado nas mensagens e informações que rolaram pela net e pela grande mídia durante os últimos dias. Ainda na esteira do post que o pessoal do Safernet publicou na quarta-feira da semana passada, dia 10, destacando o movimento virtual pelo direito das mulheres, aproveitamos para divulgar uma pesquisa que contribui para o mapeamento da vulnerabilidade de garotas que utilizam as tecnologias de informação e comunicação (TIC), principalmente internet e celular.

O questionário – uma iniciativa do programa internacional Parceria para Proteção da Criança e Adolescente (Child Protection Partnership – CCP Brasil) – é voltado pra galera de até 18 anos e está disponível no www.netica.org.br/cpp-brasil, onde a importância é responder sobre as situações que se vive no cotidiano da rede, bem como, incentivar amigas e amigos, já que a pesquisa pretende atingir pessoas de diferentes perfis e em situações socioeconômicas distintas para tornar o estudo ainda mais rico.

É sempre legal lembrar que nenhum participante precisa se identificar. O questionário é uma das principais ações do “Adolescentes Brasileiros e sua Realidade no Mundo Virtal”, um estudo desenvolvido pela Plan (organização internacional que atua na defesa dos direitos de meninas e meninas) e escolhido como temática do programa desenvolvido especialmente para as garotas, chamado “Because I’m a Girl”. As respostas farão parte de um relatório resumido que será exposto na edição de 2010 do “Because”.

Contribuindo com informações damos mais um passo rumo ao combate da violência que chega até nós pelos meios digitais.

Abraços,
Equipe Ciranda

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mar
18
2010

Roleta russa na internet

Saudações!

Como se não bastassem todas as maluquices que conhecemos na Internet, a cada dia surgem novas invenções repletas de interatividade, criatividade e perigo…

A bola da vez é o site “Chatroulette” (www.chatroulette.com). Como o próprio nome sugere, o site trabalha com o conceito de roleta russa. Ao se conectar, munido de webcam e vontade de teclar (e só isto), você começa a interagir com outras dezenas de internautas pelo mundo inteiro, munidos igualmente (e tão somente) de suas webcams e teclados…

Sem cadastros, sem nomes, sem nada. A idéia é justamente essa: o novo, o inesperado. Daí minha preocupação… Se interagir virtualmente com webcam, com conhecidos ou supostos conhecidos já era assunto para dores de cabeça, calcule agora…

Segundo um minidocumentário da HBO sobre a ferramenta, o público que acessa tal site é composto por moças, rapazes e pervertidos… Evidentemente pervertidos, pois aparecem na câmera nus, masturbando-se ou: apenas exibindo suas “partes” como dizia minha vó Nena. Ainda, de acordo com Hala Khalek, pesquisadora da Oxbridge Reseachers, o site é classificado como perigoso e que as famílias devem orientar seus filhos menores a não acessarem… Afinal, não é para menos, pois nunca se sabe o que vai surgir nos próximos cliques….

Enfim, minha sugestão é que, novamente, você acompanhe o que seu filho anda fazendo na rede e oriente-o sobre sites como este. A melhor forma de abordagem, em minha opinião, é falar a verdade, apontando os riscos e mostrando que devemos enfrentar situações e desafios para os quais estamos efetivamente preparados…

Sites como estes podem ser divertidos, mas tem uma grande possibilidade de trazer “experiências” e visões bem negativas… Existem outras coisas bem bacanas para fazer na web… Assim, vamos ensiná-los a separar o joio do trigo…
 
Boa sorte para nós!

Um abraç@o,
Dani

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